Marco Gomes

Humilde por parte de pai, exibido por parte de mãe e vice-versa, o que gera uma tremenda confusão comportamental. Gera nada, gera sim.

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Ajude a comprar meu laptop! (meu não, do Fabricio)

boo-box

Fabricio Soares prometeu, e fez, a versão Brasileira do “Help me buy a laptop”, o “Ajude a comprar meu laptop”.

Trata-se de vender espaços para anúncios na parte superior de um laptop Apple para poder comprá-lo.

Não vá pensando: Mas uma cópia? Isso é ruim! Você copia o jeito de andar desde que nasceu e não acha isso ruim.

O objetivo é atingir o mercado brasileiro, e os blocos são BEM mais baratos, já que o laptop pretende ser o mais barato da marca.

Além disso, tem um diferencial MATADOR: Você reserva seus espaços de publicidade, mas só paga quando o “quadro” for completado. Explicando pra quem é lento: Você reserva os espaços A13, A14, B13, B14, mas só vai pagar mesmo pelos espaços quando todos os outros estiverem reservados. Todos os anunciantes pagarão ao mesmo tempo, o Fabrício comprará o produto e você não terá o tempo de espera enorme para ver o laptop “nas ruas” =)

Outro diferencial matador: Os rendimentos do AdSense serão revertidos em compra de blocos que serão sorteados pra blogueiros “carentes”, ou seja, caso a grana do AdSense seja suficiente para comprar um ou mais blocos, os mesmos serão sorteados entre os blogueiros inscritos.

Acho a iniciativa muito corajosa, já que, como me aconselhou pessoalmente o Cris Dias, brasileiro é muito diferente, nunca ganhei nem 1 dólar com os anúncios do Busica, e olha que eles são mais “fortes” que os do Wallpapr. Mas acho que essa idéia de colocar o pagamento pra depois vai encorajar mais os anunciantes.

Confira lá, aproveite e espalhe pro seu amigo empresário que está louco pra ser visto pelos nerds nos eventos pela web afora, afinal, a Web 2.0 foi escolhida a “pessoa do ano” na Time, eu mesmo vou já garantir os meus, assim que a grana do AdSense chegar.

Confira também os textos abaixo

11 comentários sobre “Ajude a comprar meu laptop! (meu não, do Fabricio)”

  1. Adam Victor Nazareth Brandizzi diz:

    Hmmm… Nâo entendi…

    Todo mundo caiu matando sobre o Felipe Matos, agora o setor “Web 2.0″ resolve copiar “mais copiado ainda” a idéia original? Ok, não é problema meu, mas não gostei…

  2. Daniel Costa diz:

    Será que isso vai funcionar mesmo??
    O cara do Checchia.net também tentou fazer isso, mas acho que nem teve sucesso também…
    Só posso desejar boa sorte!!!

  3. Fabrício Soares diz:

    Algumas pessoas passam a vida dizendo: “Bem que eu poderia ter ganho na lotéria…” mas se você pergunta a elas se algum dia fizeram pelo menos um jogo, vão te responder que não. Bom, em um futuro quando eu olhar para trás vou saber que eu pelo menos tentei, se deu certo, bom, só quando eu olhar de lá que eu vou saber.

  4. Licio diz:

    Eh bem melhor do que pedir um carro, soh pq estah cansado de andar de onibus.
    :P

  5. Adam Brandizzi diz:

    Eu não estou criticando o fato de tentarem a mesma coisa…

    O que eu achei uma desonestidade foi criticarem o Felipe Matos por copiar a idéia (em grande parte seguindo institivamente a opinião do Bruno Torres), mas apoiarem o Fabrício Soares porque ele é mais próximo da blogosfera dos webdevelopers e webdesigners.

    Isto não é uma crítica ao Fabrício, a não ser que ele também se encaixe no grupo dos que espinafraram o Felipe. Também não é uma crítica os que espinafraram o Felipe ou apoiaram o Fabrício, mas aos que espinafraram o Felipe *e* apoiaram o Fabrício :)

    Ademais, até onde eu saiba, o Felipe não planeja comprar um Idea necessariamente - ou pelo menos assim era no começo do projeto[1]. Mas - e se quisesse? É uma proposta muito válida também! Por que ele não poderia propor comprar um Idea? Por que pedir um laptop é “melhor” que pedir um carro? Eu mesmo iria preferir anunciar num carro, que é muito mais visível e provavelmente atinge um público mais amplo.

    Eu desejo sorte aos dois, claro, mas quis ressaltar a contradição nas atitudes. Ademais, tenho de ressaltar que, até o momento, a proposta do Felipe está mais bem embasada e esclarecida, fazendo grande sucesso e, ainda por cima, tem os textos publicitários dele, que eu acho ótimos.

    Enfim, é isto. Não é uma crítica pessoal a ninguém. É só que achei a atitude contraditória…

    [1] Se mudou, gostaria de saber…

  6. Ricardo diz:

    qto é o CPM?

    Web pessoa do ano? Nem. Foi “Você”.

  7. Fabrício Soares diz:

    A proximidade que eu tenho, acredite é a mesma que cada um que lê blogs pode ter a de um leitor. De maneira alguma critiquei o Felipe, mesmo por que ele esta fazendo o que acredita e de certa forma tem funcionado pois ele consegiu alguns anúncios. Citei a iniciativa dele no Ajude a comprar meu laptop! simplesmente para evitar comparações do tipo “A ele esta imitando fulano” quando na verdade o objetivo final é o de consegui um meio menos arduo para aprendizado enquanto o dele um de locomoção.

    O que eu fiz foi somente pedir autorização para a Leah e tentar adaptar a realidade brasileira, meios de pagamento nacionais, pague depois, eventos em que quero estar presente em 2007 com o laptop se possível, a visibilidade que uma iniciativa dessas pode criar, visto que quase ninguém mais acredita em coisas desse tipo funcionando no Brasil.

    Não tem comparação entre anunciar em um veiculo ou em um laptop, por outro lado eu estou acostumado a ver carros patrocinados por aqui, já laptops pra mim seria uma grande novidade.

  8. Licio diz:

    Eu critiquei o Felipe! Mas não critiquei por ele usar uma ideia que já existia ou qualquer coisa nesse sentido, a minha critica a ele é que ao contrario do Fabricio, o motivo do Felipe é bem banal. Pedir um carro somente porque estava cansado de andar de onibus para mim não é um bom motivo.

  9. raphael diz:

    eu acho isso ridículo.
    medigagem virtual.

  10. Leandro Ferreira diz:

    mendicância por mendicância, melhor que atitudes bizarras como blogs fantasiados de anúncios

  11. Lucas diz:

    Se nãó é motivo pra vc um cara ter uma idéia genial, pega um pão e sai com ele na rua, quem sabe alguém não te vê?

    Acorda, montanha!

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