Marco Gomes

Humilde por parte de pai, exibido por parte de mãe e vice-versa, o que gera uma tremenda confusão comportamental. Gera nada, gera sim.

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Simplicidade Voluntária, meu modo de viver

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Algum tempo eu conheci a Simplicidade Voluntária, um “modo de vida” em que o praticante faz um esforço consciente pra abrir mão do que é supérfluo e ficar apenas com o que é realmente necessário pra sua felicidade. Uma vida externamente simples pode ser muito rica interiormente.

Não ache que simplicidade é pobreza, Duane Elgin[bb], que cunhou o termo “Simplicidade Voluntária”, esclarece: a pobreza é involuntária e debilitante, a simplicidade é voluntária e mobilizadora.

O site Simplicidade Voluntária tem os primeiros passos para você entender melhor o movimento, por exemplo:

  • Ser mais crítico com a propaganda que lhe influencia
  • Qualidade de vida no lugar da quantidade de vida
  • Recreação saudável, feliz e livre de aparelhos
  • Comer sensata e sensivelmente
  • Compras por utilidade ao invés de status
  • Lembrar-se dos bilhões de pessoas que não têm a condição financeira que você tem

Veja a matéria que o Fantástico (TV Globo) fez sobre o assunto

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Minhas atitudes para uma vida simples

Pesquisei um pouco sobre o assunto e resolvi adotar, minhas principais ações para uma vida simples são:

Alimentação saudável[bb]

Minha mudança mais drástica, passei a comer produtos integrais, orgânicos, produzidos localmente e naturais. Evitando excesso de açúcar, produtos industrializados e com visível excesso de agrotóxicos. Parei também de comer carne vermelha.

O fato de preferir produtos produzidos localmente é que com isso gasta-se menos recursos com transporte e conservação. Imagine quanto combustível fóssil é queimado para trazer um simples camarão para o cerrado do planalto central. Eu não me proibi de comer produtos que sejam transportados de longe, mas diminui drasticamente a quantidade.

Economizar energia

Economizando combustível fóssil e não-fóssil, não só o combustível do meu carro, mas de qualquer um, comprando produtos produzidos localmente, oferecendo e aceitando mais caronas.

Economizo também energia elétrica, com lâmpadas fluorescentes e deixando a TV desligada, a maior parte do tempo eu não preciso dela ;)

Os espertões provocam:
_ Se você quer salvar o planeta, por que anda sozinho num carro de 4 lugares?

Eu respondo mais ou menos assim:

_ Bem, eu comprei o carro mais econômico que meu dinheiro me proporcionou, além disso, Simplicidade Voluntária permite que você se mantenha confortável e seguro, em meu caso específico, ônibus me deixaria desconfortável, moto traria insegurança. Ao invés de criticar a minha simplicidade voluntária[bb] por que você não cala sua maldita boca e faz algo pra ajudar a salvar o planeta?

Pronto, não há contra-argumentos razoáveis após esta resposta, o máximo que já ouvi são insultos irracionais e descabidos.

Parkour como recreação saudável e livre de aparelhos

Eu não comecei a praticar Parkour por isso, mas encaixou como uma luva. Inclusive o pk me deu a força de vontade e a consciência de responsabilidade sobre o meio necessárias para entender a Simplicidade Voluntária.

Ao contrário do que costumam pregar por aí, o Parkour não é sobre sair pulando obstáculos feito um ladrão ou fugitivo, é sobre treinar sua mente para compreender o meio em que você vive e interagir com ele da maneira mais objetiva possível.

Desde que o tênis não seja um Nike feito por criancinhas asiáticas, tá tudo certo ;)

Consumo

Aprendi a esperar para comprar, com uma dica do Leandro, que depois descobri ser parte da Simplicidade Voluntária: Deu vontade de comprar algo que viu numa vitrine? Espere 30 dias, se ainda se lembrar é sinal que você realmente quer, pode comprar. O número de dias pode ser levemente alterado.

Entendi também que é melhor comprar algo durável e razoavelmente mais caro do que algo descartável, e isso vai desde a coisas mais caras, como automóveis e eletrodomésticos, até coisas mais baratas, como barbeadores e CDs graváveis.

Simplicidade não significa necessariamente ter só coisas baratas, recicladas. Ela ressoa mais facilmente com preocupações com durabilidade, utilidade e beleza. Muitos itens devem ser escolhidos para durar e não como deseja a sociedade de consumo, para serem substituídos daí a pouco tempo.

Simplicidade Voluntária

Compras semanais de alimentos

Com compras mais regulares posso comprar mais produtos perecíveis como vegetais, folhagens, frutas e pães integrais, adequados para minha nova alimentação. Reduzi à zero os produtos não perecíveis industrializados, biscoitos, sucos artificiais, enlatados e conservas já não entram mais no meu apartamento.

Os motivos das minhas mudanças

Mudei com dois objetivos principais em mente:

Fazer a minha parte para salvar o planeta

Eu sei que não vou salvar o planeta sozinho, mas minha parte estou fazendo, quando Deus for cobrar da gente a destruição da Terra[bb], minha culpa será bem menor. Além disso, se a maioria de nós tomar atitudes socialmente responsáveis o mundo pode sim mudar pra melhor, muito melhor. Minha parte eu estou fazendo, está em suas mãos agora.

Fazer a minha parte para salvar a mim mesmo

Se eu me alimentar corretamente desde agora, que tenho 20 anos, aos 40 estarei muito mais saudável que quem comeu picanhas gordurosas desde sempre. É lógica, boa alimentação implica em corpo mais saudável. Excessões podem acontecer, mas são excessões e devem ser tratadas como tal.

Eu quero ter condicionamento físico para fazer Parkour pra sempre.

E se você não se importa com seu corpo, vou te deixar preocupado agora: Você quer estar impotente e sem fôlego aos 50?

Confira também os textos abaixo

33 comentários sobre “Simplicidade Voluntária, meu modo de viver”

  1. Gilberto Jr diz:

    Parkour eh legal. Mas como vc vai ao cinema sem ir ao shopping ?

  2. Dexter diz:

    “Simplicidade Voluntária”, nada mais, nada menos, que nome novo pra coisa velha, ou seja, isso é budismo explicado de forma mais detalhada (tibetano).

    Tenho 18 anos, levo esse tipo de vida à 5, inter e intrapessoalmente.

  3. Marco Gomes diz:

    Respondendo

    Simplicidade voluntária é BEM diferente de budismo. Eu não acredito na deidade de Buda e pratico a S.V. Além disso, S.V. não está ligada à nenhuma religião, é responsabilidade social, não religiosa.

    Eu posso ir ao shopping, não há nada errado nisso, posso até comprar em shopping, desde que de forma “consciente”.

  4. Maira diz:

    Clap clap clap!
    Muito bom, Marco!

    Um dos motivos que me fez continuar vegetariana foi a influência positiva que eu vi que a minha atitude causa nas outras pessoas. Quando alguém te pergunta porque você não come carne, você responde de maneira sensata e sensível, isso faz diferença na vida dela. E mesmo que essa pessoa não faça o mesmo, você ao menos trouxe alguma coisa para que ela reflita e siga em pequenas mudanças que no final podem fazer diferença.

    Vou ler o site e ver o que mais posso fazer para ajudar =)
    Beijão!

  5. Fia diz:

    Não acho que ser radical seja o mais indicado, mas pequenas atitudes em nome da simplicidade faz a vida valer mais a pena.

  6. lilian kushi diz:

    Acredito que ser simples, natural, verdadeiro,comum…se tornou uma das coisas mais dificeis pro ser humano.Nós nos perdemos em meio a uma série de tentativas de ter mais, melhor, ganhar mais e melhor,parecer mais e melhor…os outros nos cobram:pais, filhos, amigos, vizinhos…nós nos cobramos…afinal queremos fazer parte, nos integrar e não sermos excluídos,ficarmos de escanteio…

    Apesar de ter optado por esse caminho, me sinto bem à parte da maioria,bem diferente, bem mais só…e é bom poder conectar com pessoas que pensam e agem de forma mais consciente, mesmo pagando o preço por isso.

    Nem computador tenho…uso o da rede pública…
    No mais, simplicidade também vale na alma, no coração…chega de máscaras, artifícios,mentiras,hipocrisias…

  7. Maria Aparecida Moreira Gonzaga Avelar diz:

    Gostei,tenho sapatos de vinte anos,roupas de dez,do mesmo modelo e da mesma cor ,o carro do meu marido é um Corcel II de trinta anos de idade.Casei sem festa,sem fantasia sem dever e sem convidados sómente com os meus sogros e meus pais .Naõ vou a festas ,naõ dou presentes,e reciclo o meu lixo.Nunca usei batom e nem maquiagem tenho rugas virgens,e a grife da minha casa é Liquidaçao;a mais de trinta anos só lavo passeios uma vez por mes na seca ; e sou muito feliz ;muito alegre e sempre disposta a simplificar a vida um pouco mais;tanto que já doei meu cadáver para um faculdade e vou economizar o velório (supérfulo) e partir para a próxima com a consciência de ter prejudicado pouco este planeta!

  8. Dexter diz:

    Sim, a essência não deixa de ser budista. Se informe melhor.

  9. Dexter Registro diz:

    Não considero o budismo uma “religião” no sentido literal, mas mesmo assim, realmente não está ligado à religião em si, mas com a essência filosófica dela.

  10. Dirceu diz:

    Boa,
    Sem querer acabei fazendo algumas coisas que se não salvarem o planeta, vão me salvar.

    - Andando mais.
    - Praticando canoagem e natação.
    - Não tomando mais tanto refrigerante.
    - Comendo maças e bananas ;D

    Além que desde que tinha 15 anos eu nunca vi propagandas igual todo mundo vê. ehehe. quase todo mundo ok…

    Ahm, é mais ou menos.

  11. Fabio Tirreno diz:

    ::Bom Marco, sou aqui do Acre e sempre que posso dou uma passadinha no seu blog. Nunca comentei antes pq não tenho costume, mas parabenizo vc pelo blog, e pela iniciativa e vou tentar na mediad do possivel mudar meus hábitos principalmente em relação a minha saúde. Há tem um blog que é muito interessante se vc puder visitar é de um colega meu: http://www.jf.eti.br
    Abraços

  12. Bruce~ diz:

    Comentei contigo, Marco. Mas caso alguém se interesse também, recomendo ler “Eu Etiqueta”, de Carlos Drumond de Andrade.

  13. Flávio de Sá diz:

    VIVA A SIMPLICIDADE. A simplicidade não é uma nova ordem, posto que até antes da revolução da comunicação e da informática a vida era bem simples, com os bois na frente do carro ( não que eu goste desta idéia de bois puxando carros). Simplicidade é uma retomada de consciência forçada naturalmente pela soberana mãe natureza. Ou voltamos a ser simples ou vamos todos nos f….

  14. Ana Paula diz:

    Aderi ao movimento Simplicidade Voluntária por achar que as coisas que realmente devem ser valorizadas são as mais simples e , na maioria das vezes, gratuitas.

  15. Reginaldo diz:

    Realmente a simplicidade voluntária é algo inerente em nós, o ser humano por sua natureza é simples mas complicou tudo. Há poucos dias me deparei com esse movimento, e estou fazendo uma mudança de pensamento, em relação as atitudes do homem moderno, que de moderno não tem nada.Podem acreditar está me fazendo um bem ter me livrado do carro, e andar de bicicleta e caminhar. Tirar o alimento que necessito da minha horta, me livrar dos supérfluos, economizar energia e água entre tantas outras coisas e aproveitar a vida com maior contato com a família e amigos, lazer, leitura. Abraços

  16. Murilo Alencar diz:

    Essa Maria Aparecida Moreira Gonzaga Avelar é demais………Mas éla tem computador,intrnet ,etc…….não é tõ radical assim.(rss) Abraços a todos……….

  17. Sam diz:

    Ótimoooo!!!
    Estou tentando me tornar adepta, e desde que comecei não saio um dia de casa sem levar pelo menos uma sacola cheia de coisas p/ dar…é absurda a qtidade de bugiganças q acumulamos…adorei o blog…
    bjo

  18. Nanito diz:

    Olá marco,

    Gostei de ter descoberto seu blog. Sou um admirador do movimento Simplicidade Voluntária desde quando ouvi falar dele a primeira vez, em 1998. Não posso dizer que sou praticante, mas procuro, dentro do possível, incluir no meu dia-a-dia e da minha família alguns conceitos e ações. Acho que devemos praticar o que for conveniente para nós. Não gosto de radicalismos, nem de um lado nem de outro. O importante, como o próprio movimento prega, é viver melhor e de maneira sustentável.

  19. Rodrigo Censi diz:

    Olá Marco!!!

    Achei seu blog procurando algo sobre S.V., gostaria de agradecer pois aprendi muito lendo seus recados, já venho pensando sobre esse assunto já faz tempo. Agora que achei a S.V. me identifiquei e fiquei feliz por saber que existem muitas pessoas que pensam igual a mim.
    Abraços, Rodrigo.

  20. GLÓRIA FERRAZ diz:

    Olá Marco
    Meu primeiro comtato com o movimento SV foi ontem , assistindo uma matéria na TV Cultura. Na verdade o que senti foi uma “parada forçada”, talvez por ficarmos atônitos ao nos depararmos com o que deixamos para trás enquanto Ser integral. Penso que sempre tivemos conhecimento disso tudo, mas nos deixamos esquecer… entende? É chegada a hora de revermos o que estamos façando conosco, ou melhor com o planeta, visto que somos parte desse todo. Abraços

  21. diz:

    tudo que eu preciso:uma vida simples .Depois de tanta confusão e barulho na mimha vida resolvi mudar há um ano atrás e descobri o quanto é tão bom viver e agir de forma equilibrada e consciente , pena que sou um bicho emocional e vivo me desequilibrando por conta disso e só me ferro como sempre… mas depois desse depoimento até me animei de novo , é tão bacana ver alguém parecendo tão feliz e bem pela escolha que fez. Abraços pra ti!!!

  22. LUCIA PINON diz:

    sOU ADEPTA DESDE que nasci eu acho, nunca tive celular, carro, computador, nao compro superfluo, e agora decidi nao mais pintar os cabelos brancos, sou casada com um frances lindamente simples, moramos no campo, a natureza explode, e neste momento ascendemos nossa chamine com a madeira que nos mesmos cortamos na nossa pequena floresta.Beijos

  23. Elias diz:

    Olá, Marco!
    Gostaria imensamente de participar de algum evento promovido pela “simplicidade voluntária”. Um treinamento, um encontro, reunião ou algo do gênero. Ficaría deveras agradecido se você me indicasse qualquer alternativa nesse sentido. Um abraço.

  24. Ricardo diz:

    Oi Marco. Cai de pára-quedas neste movimento há umas duas semanas. Tenho melhorado meus hábitos alimentares, comendo mais frutas e verduras, bebendo menos cerveja e refrigerantes, dando mais valor as coisas que possuo e desejando menos, afinal, não precisamos de tudo que queremos. Parabéns pelo blog.

  25. sérgio tsukassa fukue diz:

    Gosto de ver pessoas falando sobre s.v. - coisa que optei há décadas, sem saber que isso existia. Nunca tinha vsto um “site” sobre simplicidade voluntária, por isso, gostaria muito mesmo de falar horas e horas com gente que pensa assim, que dão valor à chuva, o amanhecer, a garoa, o orvalho, o luar, as estrelas…se você puder intermediar, agradeço. Um abraço.

  26. Max Gunter diz:

    Simplicidade é bom, mas sem radicalismos.

    Simplicidade vai bem com praticidade. Simplicidade vai bem com adequabilidade. Simplicidade vai bem com sociabilidade. Simplicidade vai bem com equilíbrio.

    E, o que eu acho ser o mais importante, simplicidade vai bem com descobrir o que realmente tem valor para você.

    Não há regras para ser simples: ser simples é DESCOBRIR O QUE TEM VALOR PARA VOCÊ!

    Se celular simplifica a sua vida, adote… Se celular complica a sua vida, descarte. Se morar no interior tem valor para você, adote … Se morar no interior é chato para vc, descarte. E assim a vida segue!

    Descubra os seus sonhos, os seus valores, o seu equilíbrio…e viva a vida de acordo com eles!

  27. katia diz:

    Marco sei que o caminho para a conquista da felicidade seria conseguir viver com mais simplicidade, mas acho muito difícil ,tenho muitas dificuldades,principalmente por morar com uma pessoa que não quer nem saber de ouvir falar nisso

  28. Silvio diz:

    Compartilho das opiniões do MAX GUNTER: Sem radicalismos…

  29. Cíntia diz:

    Max Gunter, vc disse tudo o que passava em minha cabeça desde que comecei a ler os comentários!
    SV não significa não ter carro, não ter comoutador, não comer bobagem, mas significa DESCOBRIR O QUE REALMENTE TEM VALOR PARA VOCÊ E SER FELIZ COM ISSO!

  30. Kiki diz:

    Acredito que as pessoas que criticam nosso modo de viver não conseguem compreender algo maior do que elas julgam “normalidade”. Quando eu deixo de pegar um ônibus ou ir de carro para andar a pé por uma hora, as pessoas reagem como se eu fosse louca. Mas onde está a loucura em simplesmente andar à pé? Não é muito mais louco pegar ônibus lotado, com pessoas te espremendo, se sentir dentro de uma lata de sardinha e pagando um preço geralmente mais do que o transporte vale? Não vou nem citar carros porque está muito óbvio o estrago que eles fazem, embora quando precisa eu tenho que ir de carro (para transportar meu instrumento musical).

    Eu gostei dos seus pontos de vista e como coloca em prática a simplicidade voluntária. :)

  31. Edmar diz:

    Gostei muito deste post ! Não conhecia o movimento da Simplicidade Voluntária e estudarei o assunto com maior profundidade. O maior problema com o este movimento talvez seja a facilidade com o qual ele pode ser confundido com algumas religiões mas a o conceito em si independe de religião.

  32. Juliana diz:

    Acho que um pouco de simplicidade todos devemos ter…comer pouca bobagem (refrigerante, salgadinhos, bolachas, etc), porém radicalizar não é o certo, aliás, tudo em exagero ou radicalizado faz mal!

  33. Paulin tdC diz:

    Rapaz, gostei muito de ler o conteudo do seu blog, a muito venho praticando normas de simplicidade em minha vida, mais com o acessoa a informaçoes detalhadas sobre a SV, vou mim aperfeiçoar mais, gostaria que mim ajudasse a como conhecer a fundo os principios basicos da SV, quero ser um seguidor dessa filosofia mais não sei onde encontrar maiores informações, obrigado desde ja e parabens!!!

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