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	<title>Comments on: A Internet e o fenômeno do auto-bigbrothering</title>
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	<link>http://marcogomes.com/blog/2008/a-internet-e-o-fenomeno-do-auto-bigbrothering</link>
	<description>nerd veterano, interneteiro profissional, parkouzeiro amador, evangélico aprendiz, fotógrafo iniciante</description>
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		<title>By: Google Latitude: I see you! &#124; Sana inside</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/a-internet-e-o-fenomeno-do-auto-bigbrothering/comment-page-1#comment-51535</link>
		<dc:creator>Google Latitude: I see you! &#124; Sana inside</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 23:50:50 +0000</pubDate>
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		<description>[...] a se contrapor ante os benefícios da vida hiper-conectada. O Marco Gomes chama isso de &#8220;Auto Big-Brothering&#8220;. No caso que importa aqui, significa que o quê o Google pode ou pretende fazer com suas [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] a se contrapor ante os benefícios da vida hiper-conectada. O Marco Gomes chama isso de &#8220;Auto Big-Brothering&#8220;. No caso que importa aqui, significa que o quê o Google pode ou pretende fazer com suas [...]</p>
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		<title>By: Yuri</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/a-internet-e-o-fenomeno-do-auto-bigbrothering/comment-page-1#comment-48291</link>
		<dc:creator>Yuri</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 19:02:13 +0000</pubDate>
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		<description>Exagero, no Mesmo o Brasil apresentando altos índices de conectados, a vida ofline ainda é mais importante do que a online. Não se assustem, mas a gente ainda consegue viver sem internet.
Fatores como economia, saúde e educação independem do que as webcelebridades postam em seus blogs ou twitter. 

As pessoas gostam de aparecer e a internet possibilita isto a qualquer um, basicamente em qualquer lugar. Por isto que as redes sociais fazerm tanto sucesso. Mas nada disto é Essencial para o ser humano</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Exagero, no Mesmo o Brasil apresentando altos índices de conectados, a vida ofline ainda é mais importante do que a online. Não se assustem, mas a gente ainda consegue viver sem internet.<br />
Fatores como economia, saúde e educação independem do que as webcelebridades postam em seus blogs ou twitter. </p>
<p>As pessoas gostam de aparecer e a internet possibilita isto a qualquer um, basicamente em qualquer lugar. Por isto que as redes sociais fazerm tanto sucesso. Mas nada disto é Essencial para o ser humano</p>
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		<title>By: Foram só 5 anos? &#171; OneLag</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/a-internet-e-o-fenomeno-do-auto-bigbrothering/comment-page-1#comment-48087</link>
		<dc:creator>Foram só 5 anos? &#171; OneLag</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 13:53:15 +0000</pubDate>
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		<description>[...] O auto-bigbrothering não é necessariamente nocivo, mas é sem dúvida, parte da revolução, assim como os apelidos. Procure-me pelo meu apelido em qualquer buscador e você vai encontrar um número de resultados muito maior do que aqueles em que meu nome real aparece. Os nicknames não servem mais somente ao anonimato, mas, ao contrário, àqueles que desejam ser bem reconhecidos no oceano de informações da internet. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] O auto-bigbrothering não é necessariamente nocivo, mas é sem dúvida, parte da revolução, assim como os apelidos. Procure-me pelo meu apelido em qualquer buscador e você vai encontrar um número de resultados muito maior do que aqueles em que meu nome real aparece. Os nicknames não servem mais somente ao anonimato, mas, ao contrário, àqueles que desejam ser bem reconhecidos no oceano de informações da internet. [...]</p>
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		<title>By: Remember, remember, the 5th&#8230; &#171; OneLag</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/a-internet-e-o-fenomeno-do-auto-bigbrothering/comment-page-1#comment-48083</link>
		<dc:creator>Remember, remember, the 5th&#8230; &#171; OneLag</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 11:41:08 +0000</pubDate>
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		<description>[...] O auto-bigbrothering não é necessariamente nocivo, mas é sem dúvida, parte da revolução, assim como os apelidos. Procure-me pelo meu apelido em qualquer buscador e você vai encontrar um número de resultados muito maior do que aqueles em que meu nome real aparece. Os nicknames não servem mais somente ao anonimato, mas, ao contrário, àqueles que desejam ser bem reconhecidos. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] O auto-bigbrothering não é necessariamente nocivo, mas é sem dúvida, parte da revolução, assim como os apelidos. Procure-me pelo meu apelido em qualquer buscador e você vai encontrar um número de resultados muito maior do que aqueles em que meu nome real aparece. Os nicknames não servem mais somente ao anonimato, mas, ao contrário, àqueles que desejam ser bem reconhecidos. [...]</p>
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		<title>By: vivien</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/a-internet-e-o-fenomeno-do-auto-bigbrothering/comment-page-1#comment-45534</link>
		<dc:creator>vivien</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 18:47:23 +0000</pubDate>
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		<description>Internet esta criando uma nova forma de sociedade, e muitas pessoas esquecem que cada grupo tem uma ideologia: &quot;A ideologia do grupo, portanto, serve como um amortecedor para os desejos individuais, procurando conciliá-los, sempre que possível , aos interesses coletivos que, estando acima dos interesses individuais,deveriam promover o bem comum&quot;. Pra Durkheim a pessoa não existe; ela existe somente pelo fato da sua socialização no grupo. Twitter, Facebook, Myspace, Flickr, Google, Blog, Orkut, etc..., são as ferramentas da nossa socialização na sociedade Internet. Quem não tem, não existe...é muito simples!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Internet esta criando uma nova forma de sociedade, e muitas pessoas esquecem que cada grupo tem uma ideologia: &#8220;A ideologia do grupo, portanto, serve como um amortecedor para os desejos individuais, procurando conciliá-los, sempre que possível , aos interesses coletivos que, estando acima dos interesses individuais,deveriam promover o bem comum&#8221;. Pra Durkheim a pessoa não existe; ela existe somente pelo fato da sua socialização no grupo. Twitter, Facebook, Myspace, Flickr, Google, Blog, Orkut, etc&#8230;, são as ferramentas da nossa socialização na sociedade Internet. Quem não tem, não existe&#8230;é muito simples!</p>
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		<title>By: Amilton</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/a-internet-e-o-fenomeno-do-auto-bigbrothering/comment-page-1#comment-45104</link>
		<dc:creator>Amilton</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 18:33:39 +0000</pubDate>
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		<description>Olá! Compartilhar suas idéias ou informações é algo que não tem preço. Sempre tem alguém que vai achar interessante. Acho que não devemosa guardar nada!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá! Compartilhar suas idéias ou informações é algo que não tem preço. Sempre tem alguém que vai achar interessante. Acho que não devemosa guardar nada!</p>
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		<title>By: Lobnewss</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/a-internet-e-o-fenomeno-do-auto-bigbrothering/comment-page-1#comment-44617</link>
		<dc:creator>Lobnewss</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 04:59:05 +0000</pubDate>
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		<description>“auto-bigbrothering”
Ótima definição, embora ache que é modismo, coisa do ego. Alguns vão aderir, outros...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“auto-bigbrothering”<br />
Ótima definição, embora ache que é modismo, coisa do ego. Alguns vão aderir, outros&#8230;</p>
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		<title>By: Julio Luiz</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/a-internet-e-o-fenomeno-do-auto-bigbrothering/comment-page-1#comment-44148</link>
		<dc:creator>Julio Luiz</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:46:56 +0000</pubDate>
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		<description>Na verdade não seria algo do tipo big brother, seria mais little brothers o que está acontecendo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na verdade não seria algo do tipo big brother, seria mais little brothers o que está acontecendo.</p>
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		<title>By: Edmar</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/a-internet-e-o-fenomeno-do-auto-bigbrothering/comment-page-1#comment-44134</link>
		<dc:creator>Edmar</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 04:38:47 +0000</pubDate>
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		<description>Esta discussão é interessante... O que me preocupa não são as informações explicitamente compartilhadas nas mídias sociais e sim as informações implicitamente coletadas a nosso respeito...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta discussão é interessante&#8230; O que me preocupa não são as informações explicitamente compartilhadas nas mídias sociais e sim as informações implicitamente coletadas a nosso respeito&#8230;</p>
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		<title>By: LeoCabral</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/a-internet-e-o-fenomeno-do-auto-bigbrothering/comment-page-1#comment-44111</link>
		<dc:creator>LeoCabral</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 15:49:30 +0000</pubDate>
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		<description>Marco;

O ser humano é movido pelo seu próprio ego e mostrar-se é uma maneira de alimentar esse ego. Existe a necessidade de dizer a todos: - Ei olhem para mim, vejam o que estou fazendo. Mesmo que sejam coisas ruins. É o velho ditado: Falem mal, mas falem de mim.

A boa notícia como você mesmo comenta em seu texto é que podemos controlar o que será exposto ou não e aí entra o nosso bom senso e o controle de nosso ego ou quem sabe do nosso lado &quot;ator de teatro&quot; que só mostra o que queremos que os outros acreditem que nós somos.

De qualquer maneira o fenômeno &quot;auto-bigbrothering&quot; não me preocupa pelo fato já citado: Só se expõe quem quer e na medida em que quer.

Um abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marco;</p>
<p>O ser humano é movido pelo seu próprio ego e mostrar-se é uma maneira de alimentar esse ego. Existe a necessidade de dizer a todos: &#8211; Ei olhem para mim, vejam o que estou fazendo. Mesmo que sejam coisas ruins. É o velho ditado: Falem mal, mas falem de mim.</p>
<p>A boa notícia como você mesmo comenta em seu texto é que podemos controlar o que será exposto ou não e aí entra o nosso bom senso e o controle de nosso ego ou quem sabe do nosso lado &#8220;ator de teatro&#8221; que só mostra o que queremos que os outros acreditem que nós somos.</p>
<p>De qualquer maneira o fenômeno &#8220;auto-bigbrothering&#8221; não me preocupa pelo fato já citado: Só se expõe quem quer e na medida em que quer.</p>
<p>Um abraço!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Diego Lopes</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/a-internet-e-o-fenomeno-do-auto-bigbrothering/comment-page-1#comment-44083</link>
		<dc:creator>Diego Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 23:12:52 +0000</pubDate>
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		<description>Poxa que plugin bacana este de posts relacionados que vc está usando, qual o nome dele?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Poxa que plugin bacana este de posts relacionados que vc está usando, qual o nome dele?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Ryunoken</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/a-internet-e-o-fenomeno-do-auto-bigbrothering/comment-page-1#comment-44080</link>
		<dc:creator>Ryunoken</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 19:59:09 +0000</pubDate>
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		<description>Marco,(viu, escrevi certo!), acho que existe mais um ponto a ser observado: o Big Brother observava a pessoa, vigiava. No Twiter ou outros serviço, a pessoa se mostra. Nenhuma das duas mostra a pessoa de verdade. A primeira não se porta como ela é verdadeiramente: ela sabe do controle do Grande Irmão e sabe as conseqüências de se comportar contra ele. A do Twiter também sabe que está sendo lida, observada. Ela vai usar uma &quot;persona&quot;, uma faceta, um outro eu, aquele que ele quer que vejam, como ela quer que pensem dele. Ela não vai colocar &quot;eu abri a geladeira e bebi leite do gargalo&quot;... ou até vai, mas querendo se expor, querendo passar essa imagem. A pessoa só se mostra como é realmente se ela não souber sobre a observação. Num exemplo fácil, bobo e cara-de-mamão, podemos lembrar das infames brincadeiras de câmera escondida, onde observamos pessoas muito mal-educadas que se transmutam na hora que sabem que é brincadeira.

PS - Você sabe que vai ter milhares de leitores paraquedistas né? É o preço (ou bônus para alguns...) por usar tanto o termo Big Brother em um post...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marco,(viu, escrevi certo!), acho que existe mais um ponto a ser observado: o Big Brother observava a pessoa, vigiava. No Twiter ou outros serviço, a pessoa se mostra. Nenhuma das duas mostra a pessoa de verdade. A primeira não se porta como ela é verdadeiramente: ela sabe do controle do Grande Irmão e sabe as conseqüências de se comportar contra ele. A do Twiter também sabe que está sendo lida, observada. Ela vai usar uma &#8220;persona&#8221;, uma faceta, um outro eu, aquele que ele quer que vejam, como ela quer que pensem dele. Ela não vai colocar &#8220;eu abri a geladeira e bebi leite do gargalo&#8221;&#8230; ou até vai, mas querendo se expor, querendo passar essa imagem. A pessoa só se mostra como é realmente se ela não souber sobre a observação. Num exemplo fácil, bobo e cara-de-mamão, podemos lembrar das infames brincadeiras de câmera escondida, onde observamos pessoas muito mal-educadas que se transmutam na hora que sabem que é brincadeira.</p>
<p>PS &#8211; Você sabe que vai ter milhares de leitores paraquedistas né? É o preço (ou bônus para alguns&#8230;) por usar tanto o termo Big Brother em um post&#8230;</p>
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	<item>
		<title>By: Stéfano Torres</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/a-internet-e-o-fenomeno-do-auto-bigbrothering/comment-page-1#comment-44078</link>
		<dc:creator>Stéfano Torres</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 17:40:24 +0000</pubDate>
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		<description>Também tem a lance de que quase todo mundo quebrou o paradigma de que famosos, ricos, e etc estão do outro lado da fibra ótica e que podem ser ícones de seus nichos.
Lutamos para aparecer com o pagerank mais alto que conseguirmos, mesmo que percamos alguns dentes no caminho. A questão é: Até onde isso vale a pena?
A Emuxihzasão da web (inclusão digital) tem seus prós e contras (sim, devem existir prós em algum lugar).
Mas quanto ao que é pessoal, fica do senso crítico de cada um guardar para si mesmo. &lt;blockquote cite=&quot;Keep it secret, Keep it safe&quot;&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também tem a lance de que quase todo mundo quebrou o paradigma de que famosos, ricos, e etc estão do outro lado da fibra ótica e que podem ser ícones de seus nichos.<br />
Lutamos para aparecer com o pagerank mais alto que conseguirmos, mesmo que percamos alguns dentes no caminho. A questão é: Até onde isso vale a pena?<br />
A Emuxihzasão da web (inclusão digital) tem seus prós e contras (sim, devem existir prós em algum lugar).<br />
Mas quanto ao que é pessoal, fica do senso crítico de cada um guardar para si mesmo.<br />
<blockquote cite="Keep it secret, Keep it safe"></blockquote>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: MarcoGomes</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/a-internet-e-o-fenomeno-do-auto-bigbrothering/comment-page-1#comment-44077</link>
		<dc:creator>MarcoGomes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 17:34:28 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;@dirceu:&lt;/strong&gt; Entendo seu ponto, realmente quem escolhe ficar de fora da tal Inclusão Digital pode sim ser bastante prejudicado. Talvez a Internet seja a &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Marca da Besta&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, descrita no Apocalipse, uma marca que, quem não tiver, nao vai poder comprar nada ou vender coisa alguma.

Mas ainda assim você há de concordar que o cenário atual é muito mais &lt;em&gt;humano&lt;/em&gt; que o descrito por George Orwell em 1984, em que &lt;strong&gt;tudo&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;todos&lt;/strong&gt; estavam contra o cidadão, o tempo todo.

Boas referências pra este cenário são os livros &lt;em&gt;1984&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;A Revolução dos Bichos&lt;/em&gt; e os filmes &lt;em&gt;V de Vingança&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Equilibrium&lt;/em&gt;, todos mostram bem este controle excessivo feito pelo Sistema.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>@dirceu:</strong> Entendo seu ponto, realmente quem escolhe ficar de fora da tal Inclusão Digital pode sim ser bastante prejudicado. Talvez a Internet seja a <em><strong>Marca da Besta</strong></em>, descrita no Apocalipse, uma marca que, quem não tiver, nao vai poder comprar nada ou vender coisa alguma.</p>
<p>Mas ainda assim você há de concordar que o cenário atual é muito mais <em>humano</em> que o descrito por George Orwell em 1984, em que <strong>tudo</strong> e <strong>todos</strong> estavam contra o cidadão, o tempo todo.</p>
<p>Boas referências pra este cenário são os livros <em>1984</em> e <em>A Revolução dos Bichos</em> e os filmes <em>V de Vingança</em> e <em>Equilibrium</em>, todos mostram bem este controle excessivo feito pelo Sistema.</p>
]]></content:encoded>
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