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	<title>Comments on: Campanha: Programar é grátis!</title>
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	<link>http://marcogomes.com/blog/2008/campanha-programar-e-gratis</link>
	<description>nerd veterano, interneteiro profissional, parkouzeiro amador, evangélico aprendiz, fotógrafo iniciante</description>
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		<title>By: Raul Mangolin</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/campanha-programar-e-gratis/comment-page-1#comment-58914</link>
		<dc:creator>Raul Mangolin</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 17:09:40 +0000</pubDate>
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		<description>A proposta do Senado para a regulamentação:

http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/64268.pdf

Senador MARCONI PERILLO.


quase um lixo a proposta, mas ta valendo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta do Senado para a regulamentação:</p>
<p><a href="http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/64268.pdf" rel="nofollow">http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/64268.pdf</a></p>
<p>Senador MARCONI PERILLO.</p>
<p>quase um lixo a proposta, mas ta valendo!</p>
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		<title>By: Pedro</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/campanha-programar-e-gratis/comment-page-1#comment-58465</link>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 15:51:11 +0000</pubDate>
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		<description>Marco,

Concordo com a essência do seu texto, porém, discordo em alguns pontos.

Primeiro o título. Sei que a idéia foi chamar a atenção e tal, mas se tem algo que programar não é, é ser de graça. Isso porque aprendar a programar, utilizando os passos que você sugeriu inclusive, exige o investimento de um bem dos mais preciosos de uma pessoa, seu tempo. Veja bem, não estou dizendo que isso seja algo ruim, longe disso, só estou enfatizando que não é custoso, e muito.

Outro coisa que eu descordo é dos passoso que você citou. Sei que foram um exemplo didático apenas, mas o que eu fico receoso quanto a ele é que o mesmo induz o surgimento de muitos cowboy coders que vão só fazendo as coisas, meio que sem entender o porque.

É pra evitar esse tipo de coisa que é importante entender a teoria - que fique claro que não julgo necessário cursar uma universidade para aprendê-la. Então, não apenas baixe o SDK do Google, vá atrás de informação. Quer apreender OO? Leia o UncleBob sobre Solid Principles. Leia Eric Evans sobre DDD. Leia o Fowler sobre tudo :) Vá atrás, leia artigos científicos também, por que não? Procure por artigos da ACM. Aprenda sobre Dijkstra. Quer entender porque Ruby é diferente de Java? Estudo então sobre tipagem, saiba o que diferencia uma linguagem dinâmicamente tipada de uma estáticamente tipada.

Quer entender outros paradigmas, vai estudar Haskell para entender um pouco de linguagens funcionais. 

Enfim, suas sugestões são sim, um bom começo. Mas para se tornar de fato um ninja, há de se ir muito além. :)

Uma sugestão de leitura: The Pragmatic Programmer: from journeyman to master.

Abraços,

Pedro</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marco,</p>
<p>Concordo com a essência do seu texto, porém, discordo em alguns pontos.</p>
<p>Primeiro o título. Sei que a idéia foi chamar a atenção e tal, mas se tem algo que programar não é, é ser de graça. Isso porque aprendar a programar, utilizando os passos que você sugeriu inclusive, exige o investimento de um bem dos mais preciosos de uma pessoa, seu tempo. Veja bem, não estou dizendo que isso seja algo ruim, longe disso, só estou enfatizando que não é custoso, e muito.</p>
<p>Outro coisa que eu descordo é dos passoso que você citou. Sei que foram um exemplo didático apenas, mas o que eu fico receoso quanto a ele é que o mesmo induz o surgimento de muitos cowboy coders que vão só fazendo as coisas, meio que sem entender o porque.</p>
<p>É pra evitar esse tipo de coisa que é importante entender a teoria &#8211; que fique claro que não julgo necessário cursar uma universidade para aprendê-la. Então, não apenas baixe o SDK do Google, vá atrás de informação. Quer apreender OO? Leia o UncleBob sobre Solid Principles. Leia Eric Evans sobre DDD. Leia o Fowler sobre tudo :) Vá atrás, leia artigos científicos também, por que não? Procure por artigos da ACM. Aprenda sobre Dijkstra. Quer entender porque Ruby é diferente de Java? Estudo então sobre tipagem, saiba o que diferencia uma linguagem dinâmicamente tipada de uma estáticamente tipada.</p>
<p>Quer entender outros paradigmas, vai estudar Haskell para entender um pouco de linguagens funcionais. </p>
<p>Enfim, suas sugestões são sim, um bom começo. Mas para se tornar de fato um ninja, há de se ir muito além. :)</p>
<p>Uma sugestão de leitura: The Pragmatic Programmer: from journeyman to master.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Pedro</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Fábio</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/campanha-programar-e-gratis/comment-page-1#comment-58463</link>
		<dc:creator>Fábio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 15:05:53 +0000</pubDate>
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		<description>Opa, Marco!

Desculpe, mas não falei em lugar algum que a culpa da falta de reconhecimento pelo MEC ao meu curso (&quot;Análise de Sistemas&quot;, que hoje nem existe mais) é de quem aprende sozinho. Falei?

Sobre o emprego, eu concordo com você, mas eu falo no geral, para o mercado &quot;como um todo&quot;, afinal, de uma forma ou de outra não temos como fugir da necessidade de trabalhar (salvo algumas exceções).

Nem todos podem publicar seus projetos (a grande maioria são de propriedade privada, tanto o conteúdo como em alguns casos até os direitos intelectuais são &quot;privados&quot;), já assinei vários termos de &quot;direitos autorais&quot;, por isso.

Aí que penso: Estas profissões são milenares, e nós &quot;recém-nascidos&quot; somos melhores? Acho que não, podemos aprender com a experiência alheia também, não acredito que temos de fazer tudo igual, claro, em contra-partida não precisamos &quot;bater-cabeça&quot;... mas é o que parece que vai acontecer.

Não acredito que sala de aula seja uma &quot;cela&quot;, mas sim, concordo que a metodologia usada (até hoje) está errada. É necessário evoluir, se foi isto que quis dizer, concordo também com isto, mas não em &quot;dizimar&quot; salas de aula (pode até ser virtual, o importante é ter um &quot;educador&quot; como referência).

Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Opa, Marco!</p>
<p>Desculpe, mas não falei em lugar algum que a culpa da falta de reconhecimento pelo MEC ao meu curso (&#8220;Análise de Sistemas&#8221;, que hoje nem existe mais) é de quem aprende sozinho. Falei?</p>
<p>Sobre o emprego, eu concordo com você, mas eu falo no geral, para o mercado &#8220;como um todo&#8221;, afinal, de uma forma ou de outra não temos como fugir da necessidade de trabalhar (salvo algumas exceções).</p>
<p>Nem todos podem publicar seus projetos (a grande maioria são de propriedade privada, tanto o conteúdo como em alguns casos até os direitos intelectuais são &#8220;privados&#8221;), já assinei vários termos de &#8220;direitos autorais&#8221;, por isso.</p>
<p>Aí que penso: Estas profissões são milenares, e nós &#8220;recém-nascidos&#8221; somos melhores? Acho que não, podemos aprender com a experiência alheia também, não acredito que temos de fazer tudo igual, claro, em contra-partida não precisamos &#8220;bater-cabeça&#8221;&#8230; mas é o que parece que vai acontecer.</p>
<p>Não acredito que sala de aula seja uma &#8220;cela&#8221;, mas sim, concordo que a metodologia usada (até hoje) está errada. É necessário evoluir, se foi isto que quis dizer, concordo também com isto, mas não em &#8220;dizimar&#8221; salas de aula (pode até ser virtual, o importante é ter um &#8220;educador&#8221; como referência).</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Raul Mangolin</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/campanha-programar-e-gratis/comment-page-1#comment-58462</link>
		<dc:creator>Raul Mangolin</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:39:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcogomes.com/blog/?p=597#comment-58462</guid>
		<description>@fabio, como o @MarcoGomes mesmo disse &quot;Não há “diploma” mais confiável que um projeto como MySQL, Wordpress ou Ubuntu no currículo&quot;, nosso diploma de faculdade, reconhecida ou não pelo MAC, não vale nada comparado aos nossos projetos feitos nas madrugadas ou nas agências que passamos.

Vou começar minha graduação no início de fevereiro, não por necessitar de um diploma para ser reconhecido, mas sim para abrir minha cabeça para novas áreas/linguagens da programação.

Minha experiência profissional como programador é pequena, mas o que me fez ser reconhecido e aceito na agência que trabalho atualmente, foram os projetos das madrugadas e os freelas que fazia enquanto ainda não trabalhava &quot;oficialmente&quot;.

Conehço várias pessoas que mesmo com diploma na mão, não consegue um freela se quer, por não ter programado nada nas horas vagas.

raul mangolin</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@fabio, como o @MarcoGomes mesmo disse &#8220;Não há “diploma” mais confiável que um projeto como MySQL, Wordpress ou Ubuntu no currículo&#8221;, nosso diploma de faculdade, reconhecida ou não pelo MAC, não vale nada comparado aos nossos projetos feitos nas madrugadas ou nas agências que passamos.</p>
<p>Vou começar minha graduação no início de fevereiro, não por necessitar de um diploma para ser reconhecido, mas sim para abrir minha cabeça para novas áreas/linguagens da programação.</p>
<p>Minha experiência profissional como programador é pequena, mas o que me fez ser reconhecido e aceito na agência que trabalho atualmente, foram os projetos das madrugadas e os freelas que fazia enquanto ainda não trabalhava &#8220;oficialmente&#8221;.</p>
<p>Conehço várias pessoas que mesmo com diploma na mão, não consegue um freela se quer, por não ter programado nada nas horas vagas.</p>
<p>raul mangolin</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: MarcoGomes</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/campanha-programar-e-gratis/comment-page-1#comment-58461</link>
		<dc:creator>MarcoGomes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:17:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcogomes.com/blog/?p=597#comment-58461</guid>
		<description>&lt;strong&gt;@fábio:&lt;/strong&gt; Se você começou um curso que não tem reconhecimento do MEC, a culpa (responsabilidade) é sua, não de quem aprende sozinho.

&quot;Emprego&quot; é coisa do passado, e se você perde uma oportunidade pela ineficiência do empregador em te avaliar, a culpa é dos dois: Dele por estar preso a métodos ultrapassados de avaliação, e sua por se sujeitar a isso.

Em momento algum eu incentivei a proliferação de charlatões, muito pelo contrário, sou contra, inclusive, a proliferação de charlatões que se formam em computação sem programar uma linha sequer, e isso acontece até na Federal de onde saí. Por isso que incentivo a criação de projetos, pessoais ou em comunidade, pra mostrar, na prática, o que você fez na vida. Não há &quot;diploma&quot; mais confiável que um projeto como MySQL, Wordpress ou Ubuntu no currículo.

&lt;em&gt;Por que vocês imaginam que direito, medicina, arquitetura, engenharia civil e muitas outras profissões têm órgãos e registros?&lt;/em&gt;

Respondo: Porque são profissões milenares, com práticas milenares, e processos de seleção milenares. Além disso, o exercício dessas profissões muitas vezes envolve risco de morte aos &quot;clientes&quot;. Nós, da Computação, estamos aqui a menos de 50 anos, e, na real mesmo, a menos de 20. E dificilmente um erro em um progrma resulta no óbito de alguém (pode acontecer, mas é raro). Podemos ousar.

Eu não incentivo o abandono da teoria, longe disso, a leitura e o estudo são importantíssimos. Só não concordo que esse estudo precise, necessariamente, ser feito numa &lt;em&gt;cela&lt;/em&gt; de aula com um professor, um quadro negro ou branco, e 20 coleguinhas iguais a você.

E sobre o conteúdo do post, você pode conhecer &quot;O Princípio da Caridade&quot;:

&lt;blockquote&gt;the goal of this methodological principle is to avoid attributing irrationality, logical fallacies or falsehoods to the others’ statements, when a coherent, rational interpretation of the statements is available.&lt;/blockquote&gt;

Até mais, Marco Gomes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>@fábio:</strong> Se você começou um curso que não tem reconhecimento do MEC, a culpa (responsabilidade) é sua, não de quem aprende sozinho.</p>
<p>&#8220;Emprego&#8221; é coisa do passado, e se você perde uma oportunidade pela ineficiência do empregador em te avaliar, a culpa é dos dois: Dele por estar preso a métodos ultrapassados de avaliação, e sua por se sujeitar a isso.</p>
<p>Em momento algum eu incentivei a proliferação de charlatões, muito pelo contrário, sou contra, inclusive, a proliferação de charlatões que se formam em computação sem programar uma linha sequer, e isso acontece até na Federal de onde saí. Por isso que incentivo a criação de projetos, pessoais ou em comunidade, pra mostrar, na prática, o que você fez na vida. Não há &#8220;diploma&#8221; mais confiável que um projeto como MySQL, Wordpress ou Ubuntu no currículo.</p>
<p><em>Por que vocês imaginam que direito, medicina, arquitetura, engenharia civil e muitas outras profissões têm órgãos e registros?</em></p>
<p>Respondo: Porque são profissões milenares, com práticas milenares, e processos de seleção milenares. Além disso, o exercício dessas profissões muitas vezes envolve risco de morte aos &#8220;clientes&#8221;. Nós, da Computação, estamos aqui a menos de 50 anos, e, na real mesmo, a menos de 20. E dificilmente um erro em um progrma resulta no óbito de alguém (pode acontecer, mas é raro). Podemos ousar.</p>
<p>Eu não incentivo o abandono da teoria, longe disso, a leitura e o estudo são importantíssimos. Só não concordo que esse estudo precise, necessariamente, ser feito numa <em>cela</em> de aula com um professor, um quadro negro ou branco, e 20 coleguinhas iguais a você.</p>
<p>E sobre o conteúdo do post, você pode conhecer &#8220;O Princípio da Caridade&#8221;:</p>
<blockquote><p>the goal of this methodological principle is to avoid attributing irrationality, logical fallacies or falsehoods to the others’ statements, when a coherent, rational interpretation of the statements is available.</p></blockquote>
<p>Até mais, Marco Gomes.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Fábio</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/campanha-programar-e-gratis/comment-page-1#comment-58460</link>
		<dc:creator>Fábio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 13:53:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcogomes.com/blog/?p=597#comment-58460</guid>
		<description>Concordo com a questão do esforço, e só.

Este pensamento causa um erro, devido a má compreensão do equilíbrio entre teoria x prática. É este erro que tornou nossa área, este lixo atualmente. 

Não temos registro, não temos &quot;profissão&quot;, não temos nada. 

Lembrando, nossa profissão só existe &quot;na teoria&quot;, elas não são reconhecidas em lugar algum. Sou formado e meu curso não é reconhecido pelo MEC, trabalho com carteira assinada, mas minha profissão não é reconhecida pelo MT. Não temos &quot;categoria&quot; ou &quot;associação&quot; que nos garantam qualidade, igualdade etc.

A sim, temos livros e mais livros. Realmente, só no colégio eu li mais de 100 livros técnicos de programação, e daí? Continuo sem um reconhecimento, não há nenhum órgão ou entidade que comprove realmente que eu sei e sou capaz, no máximo estas certificações &quot;capitalistas&quot;. E como consequência, temos milhares de centenas de incompetentes não formados e sem experiência ou conhecimento trabalhando na área. E o que é pior, não sou contra quem &quot;se vira&quot; e aprende, sou contra quem não sabe &quot;bulhas&quot;, sem lógica alguma, que fazem códigos esdrúxulos e bugados. E ainda recheiam seus currículos de &quot;conhecimentos&quot; falsos e mentirosos.
Vai me falar que a culpa é apenas do profissional? Não, não é. É falta de organização.

E nem vou falar das UNIP, PUC e outros lixos que se dizem &quot;entidades educacionais&quot;, sou formado e falo por experiência própria, só servem para título no currículo, e só.

Por que vocês imaginam que direito, medicina, arquitetura, engenharia civil e muitas outras profissões têm órgãos e registros? Apenas de enfeite? Elitista?

Um bom profissional não faz, apenas, passando a madrugada toda tentando e errando, também já tive de fazer isto. Não foi tão simples assim, primeiro eu estudei e li (e muito) a teoria, sintaxe, exemplos práticos etc., depois que vamos para o prático e tudo o mais.

Tenho 15 anos de profissão, e nenhum reconhecimento. Perderia fácil uma oportunidade de trabalho por causa dos currículos &quot;fakes&quot; e mentirosos. Por exemplo:
&quot;Conhecimentos avançados em desenvolvimento web&quot; = fiz um site tosco em HTML e escrevi &#039;Olá, mundo&#039; (Ramalho adora começar com isto kkk).
E os processos seletivos? Vem um indivíduo de RH fazer um teste (geralmente mal feito) e ainda &quot;julga&quot; o candidato. Quem confiaria na avaliação de um analista de RH para um profissional em TI? Fala sério, eles mal sabem usar o &quot;word&quot; (prefiro o BrOffice)... de onde tiraram a idéia de colocar um cara destes para testar nossas habilidades? É só decorar um discurso, falar o que eles querem ouvir, e pronto... e eu um dia achei que estava em uma área de tecnologia.

O real problema da área é: PICARETAGEM! Tem demais...

Sem estudo não há conhecimento, mas estranhamente nesta &quot;joça&quot; de área, as pessoas invertem isso e acham que sabem tudo porque escreveram &quot;Olá, mundo&quot; no browser ou na tela compilada sem UMA linha de código e obviamente, de lógica. E enchem o currículo de conhecimentos que nunca nem viram de perto... é vergonhoso isso.

Se um dia não tivermos tantos &quot;Gersons&quot; na área, talvez conseguiremos o tão sonhado reconhecimento, talvez.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com a questão do esforço, e só.</p>
<p>Este pensamento causa um erro, devido a má compreensão do equilíbrio entre teoria x prática. É este erro que tornou nossa área, este lixo atualmente. </p>
<p>Não temos registro, não temos &#8220;profissão&#8221;, não temos nada. </p>
<p>Lembrando, nossa profissão só existe &#8220;na teoria&#8221;, elas não são reconhecidas em lugar algum. Sou formado e meu curso não é reconhecido pelo MEC, trabalho com carteira assinada, mas minha profissão não é reconhecida pelo MT. Não temos &#8220;categoria&#8221; ou &#8220;associação&#8221; que nos garantam qualidade, igualdade etc.</p>
<p>A sim, temos livros e mais livros. Realmente, só no colégio eu li mais de 100 livros técnicos de programação, e daí? Continuo sem um reconhecimento, não há nenhum órgão ou entidade que comprove realmente que eu sei e sou capaz, no máximo estas certificações &#8220;capitalistas&#8221;. E como consequência, temos milhares de centenas de incompetentes não formados e sem experiência ou conhecimento trabalhando na área. E o que é pior, não sou contra quem &#8220;se vira&#8221; e aprende, sou contra quem não sabe &#8220;bulhas&#8221;, sem lógica alguma, que fazem códigos esdrúxulos e bugados. E ainda recheiam seus currículos de &#8220;conhecimentos&#8221; falsos e mentirosos.<br />
Vai me falar que a culpa é apenas do profissional? Não, não é. É falta de organização.</p>
<p>E nem vou falar das UNIP, PUC e outros lixos que se dizem &#8220;entidades educacionais&#8221;, sou formado e falo por experiência própria, só servem para título no currículo, e só.</p>
<p>Por que vocês imaginam que direito, medicina, arquitetura, engenharia civil e muitas outras profissões têm órgãos e registros? Apenas de enfeite? Elitista?</p>
<p>Um bom profissional não faz, apenas, passando a madrugada toda tentando e errando, também já tive de fazer isto. Não foi tão simples assim, primeiro eu estudei e li (e muito) a teoria, sintaxe, exemplos práticos etc., depois que vamos para o prático e tudo o mais.</p>
<p>Tenho 15 anos de profissão, e nenhum reconhecimento. Perderia fácil uma oportunidade de trabalho por causa dos currículos &#8220;fakes&#8221; e mentirosos. Por exemplo:<br />
&#8220;Conhecimentos avançados em desenvolvimento web&#8221; = fiz um site tosco em HTML e escrevi &#8216;Olá, mundo&#8217; (Ramalho adora começar com isto kkk).<br />
E os processos seletivos? Vem um indivíduo de RH fazer um teste (geralmente mal feito) e ainda &#8220;julga&#8221; o candidato. Quem confiaria na avaliação de um analista de RH para um profissional em TI? Fala sério, eles mal sabem usar o &#8220;word&#8221; (prefiro o BrOffice)&#8230; de onde tiraram a idéia de colocar um cara destes para testar nossas habilidades? É só decorar um discurso, falar o que eles querem ouvir, e pronto&#8230; e eu um dia achei que estava em uma área de tecnologia.</p>
<p>O real problema da área é: PICARETAGEM! Tem demais&#8230;</p>
<p>Sem estudo não há conhecimento, mas estranhamente nesta &#8220;joça&#8221; de área, as pessoas invertem isso e acham que sabem tudo porque escreveram &#8220;Olá, mundo&#8221; no browser ou na tela compilada sem UMA linha de código e obviamente, de lógica. E enchem o currículo de conhecimentos que nunca nem viram de perto&#8230; é vergonhoso isso.</p>
<p>Se um dia não tivermos tantos &#8220;Gersons&#8221; na área, talvez conseguiremos o tão sonhado reconhecimento, talvez.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Bruno</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/campanha-programar-e-gratis/comment-page-1#comment-58430</link>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:54:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcogomes.com/blog/?p=597#comment-58430</guid>
		<description>Complementando, acho que o assunto aqui é iniciativa e interesse..  e não conhecimento técnico.

Faço estes comentários pois, também já selecionei profissionais e nem sempre o cara pró-ativo trouxe resultados sólidos.

Depende também do momento da sua empresa. Há empresas por onde passei que valorizam e treinam diamantes brutos. Outras contratam supostos &quot;ninjas&quot; para sair da penumbra ou resolver um pepino de imediato.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Complementando, acho que o assunto aqui é iniciativa e interesse..  e não conhecimento técnico.</p>
<p>Faço estes comentários pois, também já selecionei profissionais e nem sempre o cara pró-ativo trouxe resultados sólidos.</p>
<p>Depende também do momento da sua empresa. Há empresas por onde passei que valorizam e treinam diamantes brutos. Outras contratam supostos &#8220;ninjas&#8221; para sair da penumbra ou resolver um pepino de imediato.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Bruno</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/campanha-programar-e-gratis/comment-page-1#comment-58429</link>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:46:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcogomes.com/blog/?p=597#comment-58429</guid>
		<description>Marcos, o que eu quis dizer com &lt;i&gt;&quot;..aprender a ser auto-didata..&quot;&lt;/i&gt; é que; nem sempre, correr atrás pelas próprias pernas em bucas do conhecimento ninja, vai torná-lo um ninja. Aqueles que tem um mestre ou um direcionamento adequado tem maiores chances de se tornar um.

Eu particularmente não tive aulas de asp, php, .net, javascript..  mas tive uma boa introdução em lógica, algorítmos e outros fundamentos que me possibilitaram aprender, através do meu esforço e dedicação, as linguagens que me interessaram.

Se eu não tivesse tido esse embasamento, provavelmente eu seria um pseudo-programador ou um profissional cujo código ninguém gostaria de manter.

Acho que meu ponto de vista extrapola um pouco seu artigo que, certamente já deve contabilizar um embasamento teórico nos casos citados. Sendo assim concordo plenamente.

Já no caso daqueles que estão começando do zero, acho injusto julgá-los de tal forma pois, mesmo que este busquem resultados por contra própria e, consigam fazê-lo; a chance de um erro ou prejuízo futuro inesperado é bem grande.

Fato é, quem quer aprende. Mesmo que não seja um ninja com certificado de qualidade, mas aprende. Mas onde você vai chegar se quiser saltar antes de aprender a voar?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcos, o que eu quis dizer com <i>&#8220;..aprender a ser auto-didata..&#8221;</i> é que; nem sempre, correr atrás pelas próprias pernas em bucas do conhecimento ninja, vai torná-lo um ninja. Aqueles que tem um mestre ou um direcionamento adequado tem maiores chances de se tornar um.</p>
<p>Eu particularmente não tive aulas de asp, php, .net, javascript..  mas tive uma boa introdução em lógica, algorítmos e outros fundamentos que me possibilitaram aprender, através do meu esforço e dedicação, as linguagens que me interessaram.</p>
<p>Se eu não tivesse tido esse embasamento, provavelmente eu seria um pseudo-programador ou um profissional cujo código ninguém gostaria de manter.</p>
<p>Acho que meu ponto de vista extrapola um pouco seu artigo que, certamente já deve contabilizar um embasamento teórico nos casos citados. Sendo assim concordo plenamente.</p>
<p>Já no caso daqueles que estão começando do zero, acho injusto julgá-los de tal forma pois, mesmo que este busquem resultados por contra própria e, consigam fazê-lo; a chance de um erro ou prejuízo futuro inesperado é bem grande.</p>
<p>Fato é, quem quer aprende. Mesmo que não seja um ninja com certificado de qualidade, mas aprende. Mas onde você vai chegar se quiser saltar antes de aprender a voar?</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: John-Henrique</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/campanha-programar-e-gratis/comment-page-1#comment-58413</link>
		<dc:creator>John-Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 23:41:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcogomes.com/blog/?p=597#comment-58413</guid>
		<description>Concordo com a maior parte de sua opnião (Marco Gomes) e com a metade da Ricardo.

Por mais que o individuo tenha grandes conhecimentos teóricos ele ainda assim não terá a criatividade e experiência de saber que determinadas instruções são inuteis ou despresaveis. Outras vezes ele pode até demorar mais tempo tentando entender o que foi escrito por alguém e gastar ainda mais tempo de toda equipe envolvida realizando endagações aos outros integrantes &quot;por que fizeram isso assim?&quot;.

Independente da capacidade do indíviduo o selecionador deve pensar como um (melhor que um)técnico de futebol, deve analisar quais as atividades que precisam ser desempenhadas e se o candidato satisfas estas necessidades ou se ele é capaz de satisfazê-las.

De qualquer forma, com faculdade ou sem... ninguém vai aprender binários para depois aprender linguagens centenárias e finalmente passar para as linguagens utilizadas largamente hoje, enfim, estamos no mundo onde quando mais fácil e rápido puder, melhor.Se desenvolvemos aplicações rápidas e intuitivas porque é que na área de desenvolvimento precisamos criar rodas?

Falopa!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com a maior parte de sua opnião (Marco Gomes) e com a metade da Ricardo.</p>
<p>Por mais que o individuo tenha grandes conhecimentos teóricos ele ainda assim não terá a criatividade e experiência de saber que determinadas instruções são inuteis ou despresaveis. Outras vezes ele pode até demorar mais tempo tentando entender o que foi escrito por alguém e gastar ainda mais tempo de toda equipe envolvida realizando endagações aos outros integrantes &#8220;por que fizeram isso assim?&#8221;.</p>
<p>Independente da capacidade do indíviduo o selecionador deve pensar como um (melhor que um)técnico de futebol, deve analisar quais as atividades que precisam ser desempenhadas e se o candidato satisfas estas necessidades ou se ele é capaz de satisfazê-las.</p>
<p>De qualquer forma, com faculdade ou sem&#8230; ninguém vai aprender binários para depois aprender linguagens centenárias e finalmente passar para as linguagens utilizadas largamente hoje, enfim, estamos no mundo onde quando mais fácil e rápido puder, melhor.Se desenvolvemos aplicações rápidas e intuitivas porque é que na área de desenvolvimento precisamos criar rodas?</p>
<p>Falopa!</p>
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		<title>By: Bruno</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/campanha-programar-e-gratis/comment-page-1#comment-58411</link>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 23:05:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcogomes.com/blog/?p=597#comment-58411</guid>
		<description>Sempre respeitei o Marcos por seu conhecimento, visão empreendedora, etc..  Mas não acho justo julgar as pessoas desta forma. Acho que a gente tem de aprender inclusive a ser auto-didata. Não dá pra sair pesquisando o google e programando sem antes ter uma noção do caminho a trilhar. 

Acho que um programador deve passar ao menos por uns fundamentos (lógica, algoritmos básicos, etc) até para conseguir trilhar seu próprio caminho em busca de conhecimento e experiência.

De qualquer maneira, se todos nós tivessemos o mesmo raciocinio lógico, isto aqui seria bem monótono.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre respeitei o Marcos por seu conhecimento, visão empreendedora, etc..  Mas não acho justo julgar as pessoas desta forma. Acho que a gente tem de aprender inclusive a ser auto-didata. Não dá pra sair pesquisando o google e programando sem antes ter uma noção do caminho a trilhar. </p>
<p>Acho que um programador deve passar ao menos por uns fundamentos (lógica, algoritmos básicos, etc) até para conseguir trilhar seu próprio caminho em busca de conhecimento e experiência.</p>
<p>De qualquer maneira, se todos nós tivessemos o mesmo raciocinio lógico, isto aqui seria bem monótono.</p>
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		<title>By: Café e Paciência&#187; Blog Archive &#187; Implementar XHTML/CSS é grátis.</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/campanha-programar-e-gratis/comment-page-1#comment-55559</link>
		<dc:creator>Café e Paciência&#187; Blog Archive &#187; Implementar XHTML/CSS é grátis.</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 12:37:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcogomes.com/blog/?p=597#comment-55559</guid>
		<description>[...] programar, implementar XHTML/CSS também é de graça! Não tem desculpa. Não há nada que te impeça de [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] programar, implementar XHTML/CSS também é de graça! Não tem desculpa. Não há nada que te impeça de [...]</p>
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		<title>By: Elender</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/campanha-programar-e-gratis/comment-page-1#comment-55391</link>
		<dc:creator>Elender</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 23:05:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcogomes.com/blog/?p=597#comment-55391</guid>
		<description>oi. estou muito interessado em aprander programação. tem uns sites que ando desenvolvendo por conta própria. um é meu e o outro do centro acadêmico  de minha faculdade.(www.caef.vai.la)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oi. estou muito interessado em aprander programação. tem uns sites que ando desenvolvendo por conta própria. um é meu e o outro do centro acadêmico  de minha faculdade.(www.caef.vai.la)</p>
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	<item>
		<title>By: Quero ser um grande programador. Estudo sozinho ou faço faculdade? - Blog do yogodoshi</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/campanha-programar-e-gratis/comment-page-1#comment-55115</link>
		<dc:creator>Quero ser um grande programador. Estudo sozinho ou faço faculdade? - Blog do yogodoshi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2009 18:05:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcogomes.com/blog/?p=597#comment-55115</guid>
		<description>[...] poucos meses atrás falando mais ou menos sobre esse assunto; sugiro ler o artigo inteiro &#8220;Campanha: Programar é grátis!&#8221; mas vou colar aqui embaixo o trecho que considero mais importante para mostrar sua [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] poucos meses atrás falando mais ou menos sobre esse assunto; sugiro ler o artigo inteiro &#8220;Campanha: Programar é grátis!&#8221; mas vou colar aqui embaixo o trecho que considero mais importante para mostrar sua [...]</p>
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	<item>
		<title>By: Ricardo Lage</title>
		<link>http://marcogomes.com/blog/2008/campanha-programar-e-gratis/comment-page-1#comment-54528</link>
		<dc:creator>Ricardo Lage</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 16:33:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcogomes.com/blog/?p=597#comment-54528</guid>
		<description>Lisias, publiquei minha resposta ao seu comentário lá no blog: http://laedevolta.com.br/blog/2009/04/13/a-producao-de-software-no-brasil-e-o-porque-da-india-ser-melhor/comment-page-1/#comment-5058. Adoraria ouvir mais da sua opinião.

Marco, desculpa pelos links cruzados mas quero manter as discussões em contexto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lisias, publiquei minha resposta ao seu comentário lá no blog: <a href="http://laedevolta.com.br/blog/2009/04/13/a-producao-de-software-no-brasil-e-o-porque-da-india-ser-melhor/comment-page-1/#comment-5058" rel="nofollow">http://laedevolta.com.br/blog/2009/04/13/a-producao-de-software-no-brasil-e-o-porque-da-india-ser-melhor/comment-page-1/#comment-5058</a>. Adoraria ouvir mais da sua opinião.</p>
<p>Marco, desculpa pelos links cruzados mas quero manter as discussões em contexto.</p>
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