Marco Gomes

Geek, imigrante, nerd, cristão, biker. Founder da boo-box (vendida) e do Heartbit. Consigliere do JovemNerd

Meus conselhos para você escolher uma bike de uso cotidiano

Publicado em 2012-10-27

Em 5 meses usando uma bicicleta em São Paulo, já percorri 735 km. Com a experiência, aprendi algumas lições que podem te ajudar a escolher uma bike de uso cotidiano ou de recreação.

Albert Einstein pedalando uma bike

Se você pretende ter uma bicicleta para competir, este texto não é para você; mas se você quer pedalar para se divertir esporadicamente ou como meio de transporte cotidiano, acho que posso te ajudar. Não sou um especialista no assunto, apenas um curioso, li muito em sites nacionais e gringos, experimentei vários modelos e aprendi com as viagens de 6 km entre casa e o trabalho.

Toda bicicleta de uso urbano deve ter para-lamas

Mesmo que você nunca vá usá-la num dia de chuva, inevitavelmente você vai passar sobre poças de água nas ruas, seja de jardins sendo regados, obras ou chuvas recentes. O para-lamas vai proteger para que você não tenha uma faixa de lama nas costas e no peito.

Conforto é melhor que performance aerodinâmica

Se você vai ficar 40 minutos por dia montado na sua bike, ela precisa ser confortável, e como você não vai competir, a performance aerodinâmica não faz tanta diferença assim. Você não precisa ficar deitado, completamente apoiado sobre os braços, com o pescoço dobrado pra cima. É melhor você ficar sentado confortavelmente, sem fazer grande esforço para se manter em cima da bicicleta.

Pneus finos para percursos de ciclovia e asfalto, pneus grossos para percursos irregulares

Se o seu percurso vai ser feito primariamente em asfalto ou concreto, um pneu fino é mais leve e rápido. Se o seu percurso vai ter muitas subidas descidas de meio fio, trechos de terra ou grama, use pneus grossos, que são mais resistentes e estáveis.

Quanto mais peças sua bike tiver, mais coisa ela tem para quebrar

Conheço uma pessoa que comprou uma bicicleta de R$ 800 com freios a disco, câmbio de 24 marchas e outras frescuras, em 3 meses precisou trocar tudo, pois os componentes não aguentaram pedaladas diárias de 20 km. Freios a disco, odômetro, câmbio de 29 marchas, amortecedores no meio do quadro, nada disso é realmente necessário numa bicicleta de uso urbano.

Uma bike muito cheia de frescuras tem muito mais probabilidade de quebrar no meio da rua e te deixar a pé. Um freio a disco e um amortecedor no meio do quadro são componentes caros, cheios de tecnologia, portanto, uma bike de R$ 1.000 não pode ter componentes como estes de alta qualidade, normalmente os fabricantes vão colocar peças ruins, que não suportam o uso constante.

Marchas embutidas no cubo traseiro

Cambio Shimano Nexus

Cambio Shimano Nexus

Uma bicicleta para uso cotidiano não precisa ter muito mais que 5 marchas. Câmbios externos – desses cheios de catracas na roda traseira, que conhecemos em todas as bikes comuns – ficam expostos ao tempo, podem bater em cantos de meio fio e pedras, empenam facilmente.

O câmbio embutido no cubo é a melhor opção em minha opinão, a minha bicicleta tem um Shimano Nexus de 3 marchas, que considero o suficiente para encarar todas as situações do meu dia-a-dia. Uma das marchas é leve, boa para subidas e arrancadas; a marcha média é a usada em ciclovias movimentadas e dias cansados; a mais pesada uso em descidas e quando quero ir mais rápido, com isso chego a 30 km/h no máximo. Se eu pudesse escolher, teria uma outra marcha, ainda mais pesada, para correr um pouco mais e chegar a 40 km/h. Se você puder investir, compre um Shimano Nexus de 5 marchas, ele vai ser o suficiente para praticamente todas as situações do cotidiano, inclusive com marchas pesadas para você conseguir boa velocidade.

Com tecnologia parecida com câmbios automáticos de automóveis, o câmbio de bicicleta embutido no cubo fica protegido de chuva, lama, terra, funciona por anos quase que sem manutenção e você pode trocar de marchas enquanto está parado num semáforo, por exemplo.

Escolha uma bike com menos de 15 kg

Minha bicicleta pesa 18 kg, tem quadro grosso (mas de alumínio, claro), pneus grossos. Hoje eu já acho ela pesada demais em algumas situações. Se possível, compre uma bike que tenha entre 11 kg e 15 kg, com isso você vai ter um bom equilíbrio entre resistência e peso.

Beleza e estilo da bike

Nirve Classic 3 Speed

Minha Bicicleta, uma Nirve Classic 3 marchas

Não é por estar de bike que você precisa parecer um coitado montado num amontoado de metal retorcido. A bicicleta pode ser bonita, estilosa, ter a sua cara. Você pode se sentir bem andando de bike :)

Após definir aspectos técnicos, levei meses escolhendo uma bike que tivesse meu estilo, que eu me sentisse bem pedalando ela, pesquisei em websites do mundo todo, liguei em importadores, esperei, finalmente fui na loja FreeCycle em São Paulo e saí pedalando minha Nirve Cruiser Classic 3 Speed, feita à mão em Huntington Beach, California. Sem querer me gabar, mas já me gabando, umas 5 ou 6 vezes fui parado na rua por pessoas curiosas em saber onde comprei, quanto custou. Além disso, é constante que as pessoas fiquem olhando quando estou pedalando entre carros parados ou perto das calçadas, e eles não olham minhas belas pernas, olham a bike :)

Só compre bike dobrável se você for dobrá-la mesmo

As bikes dobráveis mais comuns têm rodas pequenas, isso prejudica a estabilidade, principalmente em curvas e terrenos acidentados. Além disso, eu, pessoalmente, acho as bicicletas dobráveis muito feias. Mas elas são práticas, isso sim, vc pode entrar num ônibus ou metrô com ela dobrada, fazendo a excelente combinação de bike + transporte público, principalmente para quem mora a mais de 10 km do trabalho. Mas meu conselho é: só compre a bicicleta dobrável se você for realmente dobrá-la constantemente. Atualmente há uma febre da bike dobrável nas cidades brasileiras, acho legal que tenhamos mais bikes nas ruas, mas não caia na moda se você não for realmente precisar dela dobrada constantemente.

Bikes elétricas, fixas, de papelão, plástico…

Neste texto resolvi me ater ao que conheço, nunca testei bikes elétricas, de pinhão fixo (fixies), ou materias incomuns na construçõa de bicicletas, como papelão, plástico etc. Não vou emitir opinião para não correr o risco de falar bobagem. Se você quer testar estas opções, vai fundo, volte aqui após alguns meses de uso e diga nos comentários como foi a experiência!

Essas são as minhas dicas iniciais para quem pretende comprar uma bicicleta para usar no dia-a-dia ou como lazer. Como eu disse, não sou especialista, e essas recomendações são baseadas puramente em minhas pesquisas e experiências pessoais. Espero ter ajudado quem quer adotar a bike e levar 1 carro a menos para as ruas.

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61 comentários

  1. Rafael de Souza Mota, 33 anos, São Paulo comentou:

    Marcos, sempre fiquei na duvida sobre as dobraveis. O maior probema sempre foi o custo em relação a uma bike normal, mas também se esse abrir e fechar dela por mais comum que seja não veja a “quebrar” a bike no futuro. Digo pois qualquer bike tem desgaste natural, mas dobravel deve ter um nível ainda maior de problemas.

    • Marco Gomes comentou:

      Eu não acho que o dobrar/desdobrar dela desgaste num nível preocupante (3 ou 4 anos), o problema de segurança pra mim nem é ela dobrar no meio de um pedal, o problema é que as rodas são pequenas, pode parecer bobagem, mas no dia-a-dia, faz uma mega-diferença, já vi usuário de bike dobrável tomar capote unicamente porque as rodas são pequenas demais.

      Mudando de assunto: engraçado vc colocar seu nome, idade e cidade; costume de ouvir a parte de cartas NerdCast e ser trollado pelo Azaghal? Ha ha.

      • Diogo comentou:

        Então, eu tenho 3 dobráveis, comprei por causa de espaço para guardar e acabei gostando mais do que deveria. Atualmente acho estranho pedalar uma bike padrão. A questão do tamaho da roda não atrapalha muito depois que você se acostuma, tenho até um modelo de alta performance com aproximadamente 9 kg e algumas outras vantagens.

        Uma coisa que é diferente no início, é o centro de gravidade, que é diferente, a bike parece meio “ligeira” nas curvas, mas isso também se acostuma rápido.

        Dobrar não desgasta a bike, no caso de um modelo decente, basta ter cuidado no transporte em mala de carro, etc. P/ não danificar nenhuma peça.

        Existem vários fabricantes e modelos, e como nas bikes normais, se você tiver como investir em uma com peças melhores, a performance e/ou conforto e a durabilidade podem ser bem maiores. No dia-a-dia, você acaba tendo uma série de vantagens com a bike portátil.

        Obs: se você pesar mais de 105kg, a maioria dos modelos existentes provavelmente não vão segurar a onda.

        • Marco Gomes comentou:

          Obrigado pela contribuição! :) Muito legal sua exp com dobráveis.

          Mas uma coisa vc não pode negar: as dobráveis são feias que dói :D

          • Aleph Ozuas comentou:

            Concordo com os comentários do Diogo. Quando você passa a utilizar uma bike dobrável você nem percebe problemas de estabilidade ou rendimento devido as rodas pequenas. Quanto a beleza, também discordo totalmente, tenho uma Brompton e acho ela lindona ;)

      • Marta comentou:

        Prezados,
        voltei a andar de bike há alguns meses, comprei uma bike usada Caloi aro 26 21 marchas, ainda estou tentando ented=nder o funcionamento das marchas, na verdade não sei pra que tanta marcha, mas enfim.
        O meu maior problema é com relação ao selim (banco), quando eu comprei ela veio com um extremamente duro, andei por uns dois dias e quase morri de dor no cocix. Troquei por um banco de gel, paguei em torno de R$ 50,00 , mas quando estou pedalando continuo sentindo desconforto, embora depois de pedalar não sinta nada. Qual o procedimento correto a fazer, embora o banco seja de gel, será que devo colocar alguma bermuda especial ou colocar algum tipo de capa para selim.

        grata,

        Marta

        • Max comentou:

          Dói a bunda ou outras coisas??
          Pois uma coisa é doer onde encosta no selim e outra doer em outros pontos, como você citou o cóccix, então veja se sua postura está correta na bike, lembre que para evitar lesões mantenha o selim na altura certa (no geral na mesma altura ou mais que o guidão) mas se por acaso só foi saber disso agora, veja no youtube como ajustar a altura do selim, vai por mim, isso influencia muito no seu corpo e no seu desempenho!

  2. Fabio Seixas comentou:

    Bacana o texto, Marco. Já vai me ajudar na compra da minha bike urbana. Não conhecia essas marchas embutidas. Coisa fina, hein?

    • Ataide Junior comentou:

      Fábio,

      Um detalhe importante quanto a escolha da magrela é o tamanho dela. Você deve observar isso pois é super importante para seu próprio conforte e tirar dela o melhor proveito.
      Para cada modelo de bike existe um tamanho específico, por isso leia sobre o assunto.Eu sempre aconselho meus amigos a ler esse artigo que é muito bom. http://audaxsp.wordpress.com/dicas/

  3. João Marinheiro comentou:

    Cara, achei animal, mas fiquei com algumas duvidas ainda, relacionadas a segurança, transito e, talvez, higiene.
    Segurança – sua bike eh insana e compraria uma igual fácil, mas teria mto medo de andar com ela e ser roubado… Já te abordaram? Já se sentiu ameaçado? Em especial voltando a noite? (Gosto de trabalhar de madrugada e meu escritorio eh na bela cintra p/ lado do centro? Outra, leva teu Note numa mochila com vc?
    Transito – vc anda na rua ou calcada? Tem ciclovia no teu caminho natural? Já teve algum quase acidente, fechada, enfim, eh rola andar numa boa se tiver noção?
    Higiene – vc tem lugar p/ tomar banho no escritorio? Se troca lá ou já vai trocado e nem transpira tanto e tals…?
    Vlw e abs!

    • Marco Gomes comentou:

      Oi Joao, obrigado pelas perguntas :)

      Nunca me senti ameaçado, faço o caminho Alto de Pinheiros Faria Lima (quase Itaim) todo dia. Nunca aconteceu nenhuma abordagem ou olhares suspeitos, costumo me sentir muito seguro qndo estou de bike. Ja voltei depois de 10pm, sem problemas.

      Ando com uma mochila Incase bem discreta, com o macbook air dentro dela, sem problemas tb.

      A bicicleta é um veiíulo, precisa andar no asfalto, dividindo espaço com os carros, ou na ciclovia/ciclofaixa, quando há. Nunca pedale na calçada, vc vai atrapalhar e colocar em risco os pedestres, e isso é muito errado. Quando comecei a pedalar todo dia, não havia nem 1 km de ciclovia no meu caminho cotidiano. Com as obras na Faria Lima, hoje eu diria que uns 40% do meu caminho tem ciclovias, o que é ótimo. Os trechos do Largo da Batata e Diogenes Ribeiro de Lima podem ser complicados, muitos carros e ônibus, às vezes passando rápido e perto de você. Precisa ser esperto :)

      Sobre transpiração, basta pedalar devagar, secar o suor das axilas e costas com papel toalha ao chegar no escritório e evitar os dias de calor infernal (como este domingo de eleições está sendo).

      Boa sorte!

      • Leonardo comentou:

        Estou indo de bike há cerca de um mês (você foi um dos influenciadores) e posso complementar:

        – Lencinhos umedecidos fazem milgres (também é bom renovar o desodorante);
        – O suor só fica com cheiro ruim em locais com pouca ventilação, como as axilas e virilhas (ver item anterior);
        – Chegue 15min mais cedo, ligue o ar condicionado e quando os outros chegarem, já estará seco e cheiroso;
        – Paralamas são essenciais (embora ainda não os tenha instalado);
        – Siga o lema dos escoteiros: “Sempre Alerta”;
        – Assaltantes visam os carros, não vão mirar um ciclista, com exceção dos leitores do Marco, que agora sabem que ele anda com um Macbook air na mochila;
        – Invista em um bom capacete e em luzinhas piscantes. Tanto da traseira como no guidom.

        #VADEBIKE

        • Marco Gomes comentou:

          Obrigado pela colaboração!

          Realmente nem notei o lance do macbook air exposto aqui abertamente :P Mas tudo bem, vou abraçar o risco e deixar o comentário aí :)

          • Maicon comentou:

            Marcos e galera em geral, muito legal o papo estou desenvolvendo uma bike para uso comercial e as dicas da experiência em cotidiano me deram uma luz, como é bom ter um bate papo saldável, minha experiência é apenas de pesquisa minha bike sera elétrica, pra quem quer uma bike elétrica vi que já temos modelo com freio regenerativo que recupera 10% da carga (aprox), com autonomia de 40km e velocidade final de 50km, não sei no mercado nacional mas vi tbm motor elétrico que se encaixa no pedal e não na roda o que permite aproveitar mais o cambio, ter mais torque (por poder usar uma marcha mais leve), e ao que parece mais ecônomico, sobre a velocidade final você deve limitar a 25km em função da nova resolução do Contran e não pode ter mais acelerador tem que ser pedal assistido que desativa o motor ao atingir 25km, a tecnologia ta avançando e já temos no brasil motor que atinge 110km/h mas uma bike não suporta isso, não é seguro mesmo com muitas adaptações, uma dica pra quem quer ou tem a muito pouco tempo, vi um estudo com carros mas que serve aqui também, o motor elétrico não emite som então outros pilotos, pedestres ou carros nao te ouvem, a atenção tem de ser redobrada, em caso de ultrapassagem de baixissima velocidade ou manobras o risco de acidente é 50% maior em carros elétricos, imagino que idem para bike e motos. Ufa, ta ai gente os meus 10 centavos de colaboração espero que possa ter ajudado alguém! Abs

  4. Rafael de Souza Mota comentou:

    Marco,

    Acabei de receber a matéria e na hora lembrei de ti. É um acessório para colocar na bike com iphone, não sei se já usa, mas achei interessante e que pode ajudar a completar ou quem sabe gerar outra matéria sobre acessórios que você recomendaria para a bike

    http://appleaddicted.com.br/2012/10/27/ta-mas-e-o-resto-quero-acessorios/

  5. Leo Sarmento comentou:

    Bem… vc tira o menino do sinal mas não tira o sinal do menino…

    Queria muito poder andar de bicicleta em São Paulo. Mas não quero virar estatística. Não vai ser fazendo meia dúzia de ciclovias ou promovendo ciclofaixas sazonais que o trânsito de São Paulo vai se adequar às bikes. A verdade é que a cidade de São Paulo não está adequada ao ciclista e as ações promovidas só pensam em imagem do governo. Dia 11 de julho desse mês um médico do HC causou um alvoroço na prefeitura pois ele deu uma entrevista para o diário oficial do estado falando algumas verdades:

    – a cada dia, no Estado de São Paulo, nove ciclistas são internados em hospitais públicos, vítimas de acidentes de trânsito. E pelo menos um deles morre.
    – nos seis meses deste ano tivemos quase o mesmo número de internações que no ano passado inteiro.

    http://mgom.es/TQETty

    Mesmo que a maioria das ocorrências não sejam graves, elas são causadas pela falta de respeito ao ciclista no trânsito.

    As ações feitas hj estimulam a bicicleta ir pra rua e quanto mais bicicletas nessas condições, mais acidentes. Os números não mentem. A cidade (vias, motoristas e ciclistas também), definitivamente, não está pronta para isso.

    A idéia não é tirar carro da rua? Então pinta uma porra de uma ciclofaixa EXCLUSIVA e dá desconto no IPVA para quem andar de bike que aí sim vai ter mais bicicleta e, consequentemente, menos carro na rua.

  6. Jefferson Neves comentou:

    Excelentes dicas pra quem está com dúvidas em como começar. Eu concordo totalmente com suas observações. Utilizo uma Mountain Bike pra ir para o trabalho e já penso em comprar outra apenas pro transporte. Só uso a MTB pois dá pra ir paras as trilas no fim de semana e faço um percurso curto. Mas com os modelos urbanos provam ser melhores para uso como transporte. Para-lamas, campainha, bagageiro e a postura mais “sentada” garantem mais conforto.

    • Baruc Formiga comentou:

      Olá amigo, concordo exatamente com suas idéias, porém devido a qualidade de alguns trechos em Brasília sou obrigado a escolher umas das 4 bikes que tenho sendo 1 com cada configuração. Assim eu posso escolher a melhor opção entre os trechos rodados e nas cicloviagens já cheguei a usar até 3 delas para completar o percurso buscando um desgaste mínimo devido as características de cada.

      Grande abraço e ótimos pedais!

      Sr.Fomig@

  7. Baruc Formiga comentou:

    Olá! Adorei o blog e quero deixar aqui minha participação com alguns depoimentos e experiências passados ao longo desses 12 anos utilizando a ‘bike’ como meio de transporte e entretenimento. São vários os aprendizados adquiridos no tão discutido universo das bicicletas que voltaram a evidência com direito atenção especial por parte dos governantes mundiais, até por estar diretamente ligado à sustentabilidade.
    Então, ao começar a utilização desse meio de transporte como meio principal o objetivo era uma mudança na forma física motivada pelo uso excessivo do automóvel, já que as distâncias e a falta de ciclovia (algo que vem mudando no último ano), em Brasília não incentivam muito o uso da bike como meio de deslocamento. Lembro no início de meu vergonhoso preparo que gritava logo aos cinco primeiros km’s!
    No início era uma bike bem simples por falta mesmo de conhecimento na área, porém o orgulho de dar a primeira pedalada rumo a almejada mudança, era um simples modelo nacional adquirido num mercado e algum tempo depois com desgaste e muito dinheiro perdido com a troca de peças veio aí o meu primeiro investimento em equipamento de qualidade passando então para um modelo da mesma marca, contudo, um modelo topo de linha fabricado objetivando exportação (lamentável o fato de ver que nos últimos anos duas grandes marcas nacionais faliram e mais uma esta com seus dias contados). Tal ocorrência vem se repetindo tantas vezes com conhecidos amigos bikers que isso acabou aquecendo uma discussão entre os integrantes do nosso grupo e concluímos que a falta de incentivo a esse perfil da indústria nacional.
    O governo talvez não se interesse em mexer nesse campo por conta dos tais impostos arrecadados com o os automóveis e não nas bikes se não na arrecadação direta sobre a Nota Fiscal no ato da compra. Resumindo . . . aí tem muito pano pra manga!
    O que importa é que hoje tenho orgulho de ter incentivado minha vizinhança a prática do esporte, assim como também de meus familiares e amigos!
    Um grande abraço à todos e estou disponível a tirar dúvidas sobre tipos de bikes, peças e cicloviagens!

    Baruc Formiga (Sr.Formig@)

  8. Adriano Marson comentou:

    Gostei do seu post, principalmente pq estou numa fase de pensar em comprar uma bike, mas mais pra passeio de fds (passeio mesmo, nada de hard).
    Curti o modelo que vc tem, curti mesmo. Mas achei bem caro considerando que tem “poucos recursos”.
    Andei vendo na web uma bike feita de garrafa pet e curti pra caraca, principalmente pelo apelo ecologico. Mas não sei se ela aguenta passear num parque no fds.
    Enfim, eu ainda dependo de carro pra trabalhar, pois quase todo dia tenho que visitar clientes fora da minha cidade (Campinas e região), mas incentivo qualquer atitude para redução de veiculos nas ruas.

    Abraço!!!

  9. Ingrid comentou:

    Aceito reçeber publicações.

  10. Danilo comentou:

    olá, tenho me informado para melhorar a bike que tenho para melhor utilização no dia a dia, consegue me ajudar?

    shimano ou yamada? a diferença é tanta? alguns me recomendam shimano, mas não preciso e nem quero desempenho olimpico, apenas o mínimo de qualidade.

    escolhida uma peça como exemplo os passadores de marcha, o restante do conjunto de câmbios e catraca , tem de ser do mesmo modelo ou apenas basta ser da mesma marca?

    minha intenção é comprar barato e com o mínimo de qualidade,

    abraços.

  11. Rodrigo comentou:

    Marcos,
    Eu cometi um erro dratico e querer corrigi-lo, mas tá dificil. É que eu comprei uma bike Chopper em SP daquelas bem grandes e pesadas que na verdade é vendida com um motor 50cc que eu não quis. Enfim, ela custou caro e é muito pesada para as rua de Belo Hte que é uma cidade cheio de morros.
    A distancia entre o eixo da roda traseira e o cubo do pedevela é um tanto quanto maioe do que das bicicletas padrão e ela ainda por cima tem a roda e o pneu traseiro de moto, tipo de uma Honda Titan. Não sei onde eu estava com acabeça quando comprei essa Bike.
    Mas eu queria saber a sua opinião, com as informações que eu te passei aqui se tem condições mecânicas e técnicas de se instalar um cambio de poucas marchas na minha bike. De repente pode até ser um cambio desses internos no cubo. Você me da um retorno?
    O pessoal lá de casa tá até gozando a minha cara falando que eu comprei um elefante branco que eu nunca vou usar e eu quero tb mostrar pra eles que o meu erro tem conserto, kkkk.
    Um abraço
    Rodrigo

    • carlos comentou:

      Olá Rodrigo, tudo bem ?? Acho que pra tudo tem conserto, só não tem pra morte né ?
      A questão é analisar a bike que vc tem pra ver se vale a pena o custo das modificações.
      Inicialmente procure saber tudo sobre as peças e medidas da bike que vc comprou. medidas de caixa de centro, de eixos traseiro , rodas e etc. Para saber se existem peças já prontas para serem adaptadas nela. Pinhões,coroas,cubos, pedivela e etc. Feito isso, veja o que tem de ser feito e se pode ser feito ou não, mandar fazer alguma peça ou peças pode encarecer bastante dependendo da peça e acaba valendo mais a pena vender a bike. Mande-me fotos dela. Abraço (Eu já refiz 3 bikes, incluindo acabamento e pintura)

  12. Wagner Santana comentou:

    Caro Marco,

    Gostei muito da sua publicação e fiquei interessado na bicicleta Nirve… mas estou pensando em adquirir uma chopper para uso cotidiano. São 7km da minha casa até o escritório.
    Uma chopper como a nirve switchblade vai bem ou esse modelo não é adequado para este tipo de uso?

    Desde já agradeço.

    Wagner Santana

  13. Carlos S. comentou:

    Alô Marco, estou querendo comprar uma bike nova(tenho uma velha caloi de 21 marchas, parede dupla e raios inox, na qual pretendo colocar uma cadeira de criança) e estou indeciso entre uma caloi Konstanz In(com shimano nexus 3 Marchas) ou uma Color Bike(que você conhece, com certeza), que me dariam uma alternativa de passeio e exercício.Sempre fui ciclista, tendo participadao de triatlons, há muitos anos . Você pode me dar sua opinião ? Há alguma marca similar à Konstanz In no mercado ? Sou do Rio de Janeiro. Quanto à Color Bike, fiquei sabendo que as válvulas Presta, longas, de 6 cm são difíceis de se encontrar, conforme verifiquei perto de onde moro.Peço o favor de responder para meu e-mail

  14. Guilherme comentou:

    Amigo, vi seu post sobre bikes urbanas, muito bom! Parabéns!
    Estou passando aqui para sugerir que vejam também os modelos da CICLÉG.
    O site é http://www.cicleg.com
    É uma marca nova no mercado, o quadro é produzido no Brasil, e vende bikes urbanas à um custo muito acessível. Além disso, eles pintam da cor que pedir ela, fazendo a pintura personalizada.
    Trabalho na empresa e tenho uma bike da marca, recomendo mesmo.
    Abs a todos

  15. Mauricio comentou:

    Cara, com certeza para pedalar na cidade uma bicicleta desse tipo é o ideal, mas terá quem goste de pedalar com uma MTB mesmo para se exercitar ou por que simplesmente não tem dinheiro para adquirir uma fixie, assim que seu conhecido comprou uma bike de $800 reais (vagabunda) com essas “frescuras” como você mal chamou com certeza vai deixar muito a desejar na qualidade dos componentes, freios, marchas, pedais, aros… Por sinal eu pensaria e muito em encarar a cidade e muito mais uma trilha com uma bike com esses componentes…

  16. Flávio Melo comentou:

    Bom dia Marco Gomes, já ouvi muitos nerdcast com você. Bem chega de bajulação, eu tenho uma bicicleta que ganhei quando criança, uma caloi mountain bike antiga verde e preta. Gostaria de saber se compensa mais eu mandar arrumar ela ou mesmo comprar uma nova, não quero gastar uma fortuna, mais quero uma bike para ir para lugares por perto com mais agilidade. A bike e sem marcha e não sei se compensa mandar colocar marcha ou andar com ela mesmo sem marcha. Obrigado pela ajuda.

  17. eduardo allebrandt comentou:

    gosto de todo tipo de bike mas meu estilo são as bikes choppers,pois gosto do estilo e são bem confortaveis.
    pretendo criar minha propria linha de bikes e os comentarios me ajudaram bastante e quando estiver com uma bike pronta vou lhe mandar umas imagens para saber o que vc acha.valeu

  18. Juliano comentou:

    Valeu pelo artigo! Me ajudou a decidir pelo nexus. Tenho uma fixa, muito prazeirosa, mas pego muita subida e esta acabando com meus joelhos.

  19. Ataide Junior comentou:

    Se não fosse tão caros, eu usária esse modelo de cambio.

    http://www.rohloff.de/en/products/speedhub/

  20. Claudiobr comentou:

    Bom post, vai ajudar bastante gente. Sugiro algum conteúdo sobre bagageiros e alforjes. Eles fazem bastante diferença para quem pedala usando roupa do dia-a-dia.

  21. Adilson comentou:

    Amigo,

    Quanto ao cambio nexus, ele resiste bem a impactos como de lombadas, buracos, subidas em meio fio e demais acidentes decorrentes do uso urbano ?

  22. Ulisses comentou:

    Muito bom esse seu artigo. Exatamente o que eu procurava. Genial essa Nirve Classic…e eu que já estava conformado em comprar uma Caloi Poti…

  23. Pedro comentou:

    Marco,

    gostei bastante do seus comentários, e realmente concordo com todos os pontos.

    Gostaria de saber um pouco da tua experiência com a Nirve Classic.

    De fato, tou bastante interessado em comprar uma, mas eis a minha dúvida acerca da utilização dela como meio de transporte em SP:

    – Pelo que entendi, o freio traseiro dela é do tipo contra-pedal, isto é, freia-se com um impulso do pedal para trás.

    Minhas perguntas são:

    1. Como foi a (re)adaptação a esse ‘novo’ tipo de freiar e pedalar?

    2. Você se acostumou? Se sim, levou muito tempo?

    3. Não achou/acha perigoso o uso desse tipo de freio no transito louco de SP (se bem que hoje a cidade tem ganhado muito em ciclovias).

    4. Não sei o seu percurso, mas SP é cheia de ‘sobes e desces’. O Freio contra-pedal não é problemático nesse sentido?

    5. Li bastante acerca desse freio, sobretudo sites gringos, e todos os vendedores de bikes com esse sistema de freios fala que é um dos melhores sistemas do mundo… louva todas as vantagens desse tipo de freio… enfim… MAAAAS, quando vou em foruns de ciclistas, a opinião parece ser outra: há pessoas que adoram, mas há também (e não são poucas) pessoas que dizem que a bike se torna um pouco instável, há risco de ‘por esquecimento’ querer dar uma pedaladinha para trás e travar a roda.. tem também quem diga que a corrente pode romper mais facilmente devido ao esforço constante que é feito para travar a roda traseira…

    enfim… tudo isso, você sentiu? Qual a sua opinião?

    A título informativo, meu trajeto seria Vila Mada – Centro, ou seja, bastante subida para chegar até a Paulista e em seguida grandes descidas para chegar até o Centro, e vice-versa. Passagens por grandes avenidas (a menos de se fazer alguns contornos, para pegar as novas ciclovias…) e o freio realmente deve ser algo seguro e certo!

    Obrigado pelos teus feed-backs!

    Pedro

  24. Rubenildo comentou:

    Olá Marcos, adorei seu post mas ainda estou cheio de dúvidas para adquirir uma bike. Tenho 1,75 e 104kg e pretendo comprar uma bike para pedalar bastante, sobretudo finais de semana. Pretendo andar em asfalto e quero uma bike bem leve. Você tem alguma sugestão de bike? Agradeço e um abraço!

  25. Márcia comentou:

    Oi Marco,
    Adorei suas dicas!
    Moro em Santos e uso ciclovia para trabalhar. Já sei que minha futura bike tem que ter pneus finos, menos de 15 kg e de alumínio. Tenho 1,58 de altura. Tem alguma pra indicar? Adorei a sua. Preto e creme dá um estilo retrô muito legal.

  26. Fábio comentou:

    Olá Marcos
    Seu texto me foi muito útil, já estava de olho exatamente nesse modelo da nirve! Minha idéia é usa-la no dia a dia como voce fez e ela me pareceu bastante confortável (embora só tenha visto fotos)
    Aproveitarei minha próxima ida a São Paulo para comprá-la! Vi que alguns modelos da Nirve tem mais marchas mas com cambio tradicional, qual voce sugere?
    Um abraço
    Fábio

  27. Leonardo comentou:

    Legal o texto Marcos, e essa Nirve parece muito legal mesmo.
    Mas mentira uma dúvida: você está usando a catraca de quantos dentes no Nexus 3 que você instalou? Sabe dizer? Você comentou que sentiu falta de uma mais pesada, e eu vi algumas pessoas instalando ele com peões menores para ganhar mais potência. Qual você usou?

  28. Thiago comentou:

    Muuuito bom! Parabéns!
    Adivinhou praticamente todas as minhas duvidas.
    Rápido e rasteiro! rss.

  29. Manoel comentou:

    Muito obirgado por duas dicas, ajudou MUITO, valeu mesmo por compartilhar, tenho certeza que centenas leram embora não seja hábito agradecer, um simples like já é dureza conseguir. Flw brother.

  30. Osmar comentou:

    Prezados,
    A poucos dias adquiri uma Bike Nirve, realmente é fantastica, muito Bonita, porem o cambio Nexus 3 não me trouxe nenhum conforto, mesmo a marcha mais leve é muito pezada para pedadalar, estou pensando seriamente num outro cambio ou colocar uma coroa menor talvez assim possa ficar mais leve.

  31. Mariana comentou:

    Olá, meu nome é mariana e estou há tempos estudando em ter uma bike motorizada para ir ao trabalho em sp capital ! resido relativamente próximo a av paulista e gostaria de utilizar a ciclovia p ir ao trabalho ! gostaria de saber se pode me indicar uma oficina ou profissional em sp onde fazem a instalação do kit e manutenção de bike motorizada ?

    Agradeço pelas dicas e se puder me auxiliar com essa informação !

    Grata

  32. Bruno comentou:

    Marco, muito bom o texto e a sua bike. Porém, vi o preço na loja em que você citou e quase caí da cadeira. Não tinha noção do tanto de bicicletas e modelos existentes, assim como a sua variedade (sempre alta) de preços.

    Eu estava querendo comprar uma bike caiçara, semelhante a sua porém,com preço na casa dos 700 reais (o que eu já achei caro)de alumínio, aro aero e tal. Mas queria saber a sua opinião a respeito de amortecedores dianteiros. Nesse tipo de bike os amortecedores dão até um charme na magrela, porém não sei bem sobre a eficiência e durabilidade que eles possuem. Moro no litoral (eis o motivo da bicicleta de alumínio) mas há ruas aqui de terra, barro, buraco, areia (claro) e por isso estou querendo amortecer um pouco as coisas. Se puder me ajudar.

    Curioso é que vi há pouco tempo numa das bicicletarias daqui sobre esse cambio embutido no cubo. Achei bem tecnológico mas como aqui rola muita maresia fico meio receoso de comprar. Mas, você sabe se ele é compatível com qualquer bike simples?

    Desde já agradeço a atenção.

  33. Vanderlan José Nunes 5 comentou:

    Gostei das explicações só gostaria de ver o preço médio de uma boa base obrigado.

  34. Douglas comentou:

    Muito obrigado pelo seu relato! Foi de grande valia para mim. 1 carro a menos nas ruas!

  35. Joana comentou:

    Oi marco,
    Acabei de comprar uma nirve idêntica à sua. Estou com uma dúvida boba, será que vc pode me ajudar?
    Achei estranho que, ao pedalar, não é possível empurrar o pedal para trás. É assim mesmo? Estou achando difícil de recomeçar a pedalar ao parar um pouco, por exemplo, já que não se pode colocar o pedal na melhor posição para recomeçar.
    Não sei se dá para entender minha dúvida… Enfim, agradeceria muito sua ajuda :)

  36. anonimo777 comentou:

    Moro em Fortaleza, boa noite como faço para encontrar uma bike mais ou menos em conta com o shimano nexus? esta tem que ser muito confortável pois estou sedentario e barata se possivel

    Sou um ex-ciclista parei de andar por 20 anos e quero voltar por problemas sexuais, acredito que é falta de exercicio

    Aqui é atrasado com relacao a sampa digo pois morei aí até os 20 anos Agradeço muito se puder me ajudar

  37. Mariana comentou:

    Puxa, seu artigo foi realmente de grande valia. Muito obrigada pelas dicas preciosas!!! Essa do câmbio embutido, por exemplo, eu nem imaginava…

  38. Mônica Silveira comentou:

    Adorei as dicas,Marco! No meu caso quer o uma bike para passeio ,confortável acima de tudo.

  39. Magno comentou:

    Poxa, já faz muito tempo que você publicou esse texto caro Marco gomes, percebi que hoje em dia as pessoas já não estão mais fazendo perguntas, para você poder responder. Mas irei arriscar, se for possível fazer a gentileza de responder, ficarei muito agradecido.Estou interessado em comprar uma bike que vi num anúncio em um Site, só para deixa-la na casinha de praia. Gostaria de saber a sua opinião, e ou se alguém puder me responder, vou deixar a descrição da bike: Bicicleta aro 26 de marcha confortável
    Bicicleta semi nova Aro 26
    Amortecedor no Guidão e no quadro
    Bicicleta confortável
    Banco super macio e novo
    Todos os cabos de aço e de marcha e freios trocados junto com canduite vermelho brilhante
    Catraca traseira shimano
    Luvinha ante calo e de alumínio
    Pneus de marca boa e novos… GRATO!!

  40. Nelson comentou:

    achei meu caro essa bike, se não me enganos custa 3000,00?

  41. Ludwig comentou:

    Olá, ótimos conselhos; pode me ajudar? Nessa foto de bike que voce postou (eu tenho uma praticamente identica) tem um REFLETOR DE PARALAMA TRAZEIRO muito estiloso e gostaria de adquirir um (1) igual…pode me indicar onde posso comprar? Fico muito agradecido…abraço…Ludwig

  42. Aline comentou:

    Olá! Quero comprar uma bike Caloi… Porém não sei como descobrir se tem amortecedor ou não. Como posso fazer?

  43. camila comentou:

    Ola…estou querendo comprar uma nirve, mas moro no interior do MT e meu receio é a manutenção. As peças são dificeis de serem encontradas?

  44. [email protected]@ comentou:

    Ola Marcos..preciso de ajuda. Quero compra uma bicicleta retro mas estou em dúvida sobre o tamanho do quadro. Tenho 1,68m de altura e 75cm de cavalo. Vi dois modelos que gostei, uma nirve beach blossom (que e a primeira opção) no quadro 16 e uma mobele imperial 700 7v no quadro 17. Meu medo é pegar a nirve e ser pequena, raspar o salto do sapato no chão por exemplo. O que me diz??

  45. vinicius marginal comentou:

    mto bom o texto!

  46. Fabiano comentou:

    Olá,Marcos ! Gostei muito do seu texto. Eu vou comprar uma bike essa semana e desisti de comprar uma com amortecedor traseiro depois de ler o seu texto e um outro. Nesse outro diziam que dependendo da bike, o amortecedor traseiro tira a energia da pedalada se ele for muito mole, isso confere?

  47. Jonatas comentou:

    Interessante a reportagem;
    Segui a mesma ideia quando fui adquirir a minha bike atual, sendo que esta coincidentemente é uma Nirve com cambio nexus de 3 velocidades, antes tinha uma Caloi de quadro em aço carbono, vi muitas vantagens nessa escolha, só que tive problemas na questão de manutenção do cambio. Mesmo sendo difícil com a manutenção preventiva, é um cambio maravilhoso, não tem o problema clássico de cair a corrente, extremamente silencioso, vale o custo.
    Em compensação, tenho uma dobrável “step” para quando essa nirve vai para manutenção (já tive problemas com meu peso, 105kg, os raios tiveram que ser substituídos por de aço inox para suportar as pancadas), ai como o colega diz, sofro com a dobrável que não suporta direito o peso, seu rendimento é muito inferior a uma clássica e é super desconfortável para mim. Mas como disse, é uma step, uma marca simples (tracker) que nem fabrica mais esse modelo.