Marco Gomes

Humilde por parte de pai, exibido por parte de mãe e vice-versa, o que gera uma tremenda confusão comportamental. Gera nada, gera sim.

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Sobre mim

Meu nome é Marco Vinicius Teixeira Gomes, eu não quero que isso seja tudo que você conheça sobre mim, logo, pretendo fazer uma breve apresentação sobre mim nos próximos parágrafos.

Às quartas-feira, após o almoço, eu costumo correr uma ou duas baterias de kart em um autódromo perto de casa, depois disso volto para casa correndo de costas e brinco de construir pontes pênseis em meu jardim, mas só se estiver fazendo sol.

Costumo escalar montanhas quando estou entediado e faço esculturas de gelo em seu topo, só pra distrair. Salto de asa-delta uma vez por ano antes de ir para o concurso anual de chefs na França, concurso este que já conquistei o primeiro lugar treze vezes; a única vez que perdi foi por estar fazendo compressão toráxica em uma vítima do famigerado mousse de gafanhotos alpinos que foi proibido desde este fatídico acontecimento.

Sou famoso no meio botânico por minhas famosas mudas híbridas de lírios-do-campo e guarda-chuvas, as crianças gostam de mim pelas minhas invejáveis performances circenses de olhos vendados. Sou um conquistador nato, as mulheres se jogam aos meus pés ao contemplar meu charme interpretando Wind of Changes dos Scorpions no violino. Toco piano sempre que possível, mas Beethoven não está podendo voltar do mundo dos mortos ultimamente para me dar novas aulas e Chopin é um tanto quanto rude, brigamos certa vez porque ele insistia que eu deveria tocar uma semi-fusa onde obviamente só caberia uma colcheia.

Certa vez, usando apenas uma melancia das grandes e duas varas de pescar, salvei uma tribo inteira de Tapajós de uma horda de formigas-guerreiras-assassinas-comedoras-de-carne-humana; graças à esse feito heróico fui nomeado semideus-guerreiro-permanente dos Tapajós e tribos derivadas, como Patunantabas e Mandorás.

Sou embaixador da ONU no México por ter salvado a bunda do Subcomandante Marcos de ser capturada por soldados norte-americanos em uma guerrilha que foi prontamente encoberta pela superpotência. O IRA deixou de atuar após a frustração que causei ao retomar uma cabine telefônica inglesa que eles haviam invadido. Os Zapatistas me veneram, mas eu já disse que esse negócio de querer ter um país próprio é besteira e que o México é um ótimo lugar. O MST sempre me liga para acalmar o ânimo dos policiais que insistem em atirar neles, também ensinei a construir uma moradia temporária muito mais confortável que aquelas barracas pretas, mas eles insistem em causar impressão.

Eu costumava tomar aulas de administração com o Bill Gates, mas as aulas pararam após brigarmos feio algum tempo atrás, fizemos isso pra não estragar a amizade, sabe? E isso tudo só porque eu resolvi repassar umas dicas dele para uns caras chamados Sergey Brinn e Larry Page, que estudavam na mesma universidade americana que eu dava palestras esporádicas. Deixei de ter empregos fixos após vender a Kibon, uma pequena fábrica de sorvetes que fundei na adolescência.

Eu costumava resolver equações diferenciais de cabeça, até perder metade da minha massa encefálica em um acidente com um Ônibus Espacial que explodiu no lançamento. Conheci um jovem bastante indisciplinado alguns anos atrás, injetei uma substância que corrói conexões nervosas em sua medula e ele passou a se disciplinar um pouco mais, é conhecido como Stephen Hawking e jura que um buraco cheio, porém vazio, pode existir, acho que a substância atingiu neurônios indevidos.

Duas vezes por semana faço uma jam session com Santana, João Bosco, Sonny do P.O.D. e o pessoal do Funk Como Le Gusta, mas estou pensando em mudar de programa, eles insistem em não tocar rap!

Alguns anos atrás tirei da desnutrição uma pequena tribo centro-leste-africana com uma sopa feita apenas com esterco de rinoceronte fermentado e juncos secos embebidos em água do mar.

Lutei algumas vezes com o Bruce Lee, mas ele estava saindo muito machucado; resolvi voltar ao mundo da informática onde conheci um tal de Ballmer, apresentei-o para o Gates e temos nos encontrado aos domingos ao entardecer para jogar pebolim com Linus Torvalds, Steve Jobs, a roqueira Pitty e um índio amigo deles; normalmente o índio ganha, os outros reclamam que ele leva vantagem por ter 4 braços.

Costumo responder e-mails do telefone celular usando uma conexão de 4 gbps via satélite, consegui este acesso fenomenal com a NASA após restaurar dados essenciais para uma pesquisa sobre dimensões paralelas, eles ameaçaram cortar meu privilégio mas eu já disse que mando tudo de volta para ganta-beta-03 se eles cortarem meu acesso.

17 comentários sobre “Sobre mim”

  1. J.Banks diz:

    Até aonde chega a loucura?
    Não sei aonde termina, mas agora sei aonde começa!!!

  2. Jéssica diz:

    Cara!! vc é o máximo, de onde tira essas coisas..rsrs aff vc acaba de ganhar umaadmiradora pelo seu talento!!
    Deus te abençoe! beijos

  3. Luanna diz:

    Marco…
    vc me surpreende!
    Eu ja sabia da existencia do seu site, mas so agora tive a curiosidade de conhecer!
    Simplesmente demais!! Vc tem cada ideia maluca - e o melhor é que dá certo…
    Sua capacidade de mudar e criar é invejável!
    Parabéns… eu adorei sua pagina!
    Sei que pra vc, tudo isso é muito espontaneo, e é por isso que eu te parabenizo - pelo seu dom de criar coisas impressionantes!!!
    Bjo da sua velha amiga nova…rs

  4. BooBox: a mais nova opção para rentabilizar seu site | eTudo diz:

    [...] O booBox é idealizado por dois “blogueiros” de grande experiência, Marcos Gomes e Raphael Vasconcellos. O projeto nasceu de um desejo e uma visão de automatizar o comércio social já existente nos blogs, transformando a audiência dos sites em receita. [...]

  5. Escovando Bit » booBox: Rentabilidade Made in Brazil diz:

    [...] Uma novidade para quem quer lucrar bastante com seu blog/site está surgindo na blogosfera. Seu nome é booBox. Apesar do nome, booBox foi idealizado e concretizado por dois brasileiros fanáticos pela Internet: Marco Gomes e Raphael Vasconcellos. [...]

  6. Anexos » Entrevista com Marco Gomes, do boo-box diz:

    [...] Bati um papo por email com Marco Gomes, um dos desenvolvedores do boo-box, um sistema brasileiro de ‘monetização’ de blogs, que ganhou, nesta semana, repercussão internacional em diversos blogs que cobrem a Web 2.0, indo parar no Techcrunch e no Go2Web20. Que eu lembre, tornou-se uma das ferramentas da Web 2.0 brasileira com mais destaque lá fora. [...]

  7. Aprendendo em Redes de Colaboração » Educação e WEB 2.0 diz:

    [...] Embora algumas pessoas rejeitem a nomenclatura Web 2.0 e outras ainda, não a considerem como um novo paradigma, entendo que estamos vivendo uma mudança não só nos aplicativos da internet, como na própria filosofia de como usamos e/ou entendemos a mesma. E embora não se possa definir objetivamente o que é a Web 2.0 podemos indicar algumas de suas características que no conjunto a definem (ainda que de modo subjetivo). Para resumir, vou colocar algumas destas características que foram compiladas pelo Marco Gomes no seu weblog: [...]

  8. Alexandre diz:

    nem sei se estou no lugar certo, mas peço que de uma olhada em meu site http://www.clubedainsonia.com e quem sabe podemos realmente rentabilizar algo bom, pois o site é bom, uma versão nacional do myspace, muito melhor que o orkut por exemplo e não sei como transformá-lo em algo lucrativo.

    interessaria, pelo menos conhecer e opinar?

    muito obrigado
    Alexandre Zambon

  9. MarcoGomes.com» Blog Archive » Movido pela Paixão diz:

    [...] Eu, que não sou profissional da área de comunicação, até tentei me descrever de maneira criativa e original, meu longuíssimo meu texto foi dizimado depois que ela trouxe dos céus esses quatro parágrafos, resultantes de uma conversa desordenada numa mesa de restaurante, talento e técnica profissional aliados são imbatíveis… [...]

  10. Bruno A.K.A. Psysapiens³ diz:

    nossa…
    sua vida e muito chata cara….
    quando estive sozinho e deprimido me ligue, para marcamos uma partida de hockey no Deserto do Saara…
    ou de uma olhada no meu perfil do orkut, tinha uma vida chata igual a tua ate que conheci o atari..
    kkkk
    abraz ….

  11. BarCamp Rio - Eu fui | webpaulo diz:

    [...] Hoje aconteceu o BarCamp. pela primeira vez o evento aconteceu no Rio de Janeiro e esta edição foi na PUC. Na hora marcada tinha pouquíssima gente, pois evento no Rio, domingo de manhã, acho que só a praia mesmo. Cheguei com pontualidade britânica e encontrei o Cris Dias. Batemos um papo e pegamos o kit de boas vindas que incluia uma camisa (preta ou branca), um guia do Rio e alguns folhetos. Logo depois chegou o Interney que veio direto da ponte-aérea. Aproveitei este início para bater um papo com a Fabiana Neves, com o Marco Gomes, o Mario do Jornalistas da Web, com o Marmota, com o . Depois de uma boa demora para começar finalmente fomos chamados para entrar na sala. [...]

  12. Tiago Dória Weblog » Blog Archive » Entrevista com Marco Gomes, do boo-box diz:

    [...] Bati um papo por email com Marco Gomes, um dos desenvolvedores do boo-box, um sistema brasileiro de ‘monetização’ de blogs, que ganhou, nesta semana, repercussão internacional em diversos blogs que cobrem a Web 2.0, indo parar no Techcrunch e no Go2Web20. Que eu lembre, tornou-se uma das ferramentas da Web 2.0 brasileira com mais destaque lá fora. [...]

  13. Lucas Mezêncio diz:

    Putz!

  14. ANDERSON diz:

    esse kra é meu parente.. tem meu sobrnome tg!!!

    rsrsrs

  15. Julian diz:

    Você, meu amigo, deve ter fumado pouco.

  16. Crislancer diz:

    Nem pense em tomar uma nova decisão, antes de me consultar!
    Vim tirar minhas dúvidas e só confirmei que vc é nerd mesmo… nada de anormal, mas completamente exclusivo!
    Muitas coisas em comum… só me falta a prematuridade (eu acho)!!

  17. Leo diz:

    Ja vi textos bobos e pseudo engraçaralhos, mas esse supera qualquer expectativa. Mostra bem o que um garoto faz para parecer algo mais, quando nao tem nada a dizer. Mas se voce criou os “personagens” que elogiam a sua “criatividade”, entao nao é de todo bobo, somente 90%.

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