Marco Gomes

Criador da boo-box. Empreendedor dedicado, nerd veterano, interneteiro profissional, cristão aprendiz, fotógrafo amador, marido apaixonado.

Textos marcados como ‘conceito’

Raphael Vasconcellos, Criação na Propaganda Interativa, Intercon 2007 (anotações)

Raphael começa falando da “regionalização” das agencias do grupo Isobar. Onde cada agencia local preserva sua cultura local mesmo depois de comprada pelo grupo.

Passa o video de Gil Scott-Heron, de 1970, com a frase célebre The revolution will not be televised. (A revolução não será televisionada), lembra que fui eu quem enviei pra ele assistir alguns anos atrás =) Dá destaque para outra frase: The revolution will put you in the driver’s seat (A revolução vai de colocar no assento do motorista)

As coisas não precisam ser mais complicadas. A propaganda na Web não pode se vender mais como o Guru da história.

Creating Time, o conceito Isobar de criar tempo. O objetivo é criar uma experiência tão atraente e tão pertinente pro consumidor, que ele escolha usar o tempo dele consumindo a mensagem da marca.

Cita o Casa do Seu Sonho como case de projeto “criando tempo”, em que o site tem apenas áudio. E olha que a falta de layout não foi só por conta do prazo =D Olhando de cima do palco eu notei que várias pessoas realmente fecharam os olhos durante a apresentação do áudio, muito legal.

Existe uma dificuldade pra quem trabalha com comunicação em entender que o que é óbvio pra nós dessa área, pode ser muito inovador para quem realmente interessa a comunicação.

La prigunta?

A pergunta que eu fiz pra ele:

O que você acha de conteúdo “publicitário” que não se mostra como tal? Como no caso do videoclipe de uma banda que na verdade era uma propaganda de cigarro. O caso brasileiros da banda The Uncles, em que lançaram a “volta” de uma banda fake como parte da campanha de lançamento de um carro na Nissan. Tem também o caso do blog do pimentel, da Nextel…

A resposta:

É mais um artifício, eu prefiro não usar. Uma paródia descarada é muito melhor, pode ser muito mais autêntico e não há problema nenhum com a paródia. Não fazer o consumidor de idiota é o melhor caminho, porque hoje os consumidores têm ferramentas para “acabar com essa mentirinha”.

12º EWD Brasília

12o EWD - logo

Quinta-feira o Bruno Psysapiens me aborda no chat por texto do Skype:
_ Vai transmitir o EWD pelo Skype?
_ Se tiver wi-fi disponível… – eu respondi.
_ Evento de web sem wi-fi?
_ É mesmo, tem que ter internet disponível.

Dois dias depois…

Começo perguntando, como um evento de internet pode não ter wi-fi disponível? E o live blogging? e as conferências Skype? Será que eles não se interessam pela divulgação que a blogosfera pode proporcionar?

Hebert Mascarenhas, Baião de Dois:

Título: Sou fã da Gringo e do Grupo Fermento

Demonstração de vários cases de ações online feitas para Brasília. Sites, hotsites, advergames, uso extensivo de Flash. Destaque para uma _vitrine interativa_ feita para a Brasil Telecom, com touch-screen termo-estático e uma aplicação Flash para escolha e comparação de celulares, muito interessante.

Mantras como “tenha sempre em mente o objetivo do projeto”, ou “sempre que possível, use o entreteninmento”, “busque novas soluções”.

Citação ao Rapha: Em uma ação que envolta um game, concentre-se na ação e não no game.

Michel Lent, 10 Minutos Interactive (audio):

Título: WEB 2.0 e as novas fronteiras do mercado e da profissão.

Viemos de um mundo analógico, a 20 anos atrás o mundo era quase que totalmente analógico, com cada aparelho com uma função específica e definida, telefone, rádio, TV, toca-discos.

O CD foi o primeiro meio de informação digital popular. Hoje, 40 anos após a criação dos primeiros dispositivos digitais, a informação está completando um processo de digitalização.

Convergência de dispositivos gera convergência de mídia. Todos os aperelhos podem fazer tudo, a informação está em todo lugar. Não temos mais um mundo de dispositivos, mas um mundo de telas. A informação muda de acordo com a “tela”.

No futuro vamos esquecer a Web, ela é a ferramenta, você precisa se interessar no “porque” do projeto. Num futuro muito próximo as pessoas vão usar a mais internet através de telas pequenas (celular) do que através de telas médias (desktops).

A Web 2.0

O avanço da tecnologia democratizou o poder de publicação e oferta de serviços online. Qualquer pessoa com acesso à Internet tem ferramentas e oferta de serviços para se tornar publicador.

Resumo da Internet

  1. Redes sociais e comunicacao
  2. Producao e consumo de conteúdo
  3. Ferramentas online
  4. Negócios e serviços

A era do ‘eu mídia’:

Na era do eu mídia, os usuários querem se ver acima de tudo. Com a convergência de dispositivos a fronteira entre a Web e outras mídias desaparece.

Especialização e colaboração

Mas o usuário não ‘engole’ coisas mal-feitas por empresas, elas aceitam coisas ‘toscas’ se tiverem sido feitas por outros usuários. Publicidade não pode ser mal-feita se for produzida por agências.

Procure colaborar com gente especializada para um trabalho realmente bem feito.

5 Conselhos

  1. Para os estudantes: conceito e teoria antes, técnica e ferramenta depois.
  2. Para os profissionais: há vida além da agência, o “cliente” também precisa de experts.
  3. Para os clientes: trate seu fornecedor com carinho, ele é seu maior aliado para o sucesso.
  4. Para os jovens empresários: *erro com o dinheiro dos outros*, considere um emprego antes de abrir sua agência.
  5. Para todos nós: Estamos só começando, tem muito mais pro vir.

Maurício Moreiria, TV1

Titulo: Usabilidade: visão e processo para implementar projetos com foco no usuário

A usabilidade começou com Jakob Nielsen, e colocou fundamentos muito sólidos, apesar de ter proposto coisas questionáveis ele tem sua importância na garantida.

O que temos de novo na usabilidade é o ambiente. A convergência de mídias, a usabilidade de dispositivos como celular e Microsoft Surface.

Vídeo do Rafinha, sobre o “usuário” da Internet. Imergido num mundo de tecnologia onde produzir conteúdo é muito fácil.

Definindo usabilidade:
“A capacidade de um sistema interativo oferecer a um usuário em um determinado contexto de operação e realização de tarefas de maneira eficaz, eficiente e agradável.”

Profissionais que trabalham com desenhos de interface precisam ter o _foco na necessidade do usuário_ (jargão detectado).

Explicação extensa do papel do arquiteto de informação e do designer.

Cases de usabilidade (boa ou ruim):

  1. Globo.com e seu menu lateral com padrões de cores para diferenciar links para págias internas, menus expansíveis, sub-sites, assuntos.
  2. Globo.com e conversa entre arquiteto e montador HTML para inserção de textos descritivos (title) para links.
  3. Americanas.com e a página 404 customizada e mais amigável.
  4. Flickr e a paginação de thumbnails que deslizam, sumindo conforme você pede mais.
  5. Flickr mecanismo de paginação.
  6. Usabilidoido, mau-uso de ícones na árvore.
  7. Submarino, a busca não pode ser organizada por preço.

Ele disse também: O usuário não lê exaustivamente, ele imprime pra ler depois [heeeeein !?!?!?].

André Matarazzo, Gringo.nu (audio)

Título: O valor da originalidade na Criação Web.

Não tem educação formal em Web. Morou no Canada e Holanda, ficou 4 anos trabalhando com sites institucionais. Ao perceber sua insatisfação com esse tipo de design pra Web, resolveu se enveredar na propaganda e entretenimento na Web.

Propaganda antiga:

Conteúdo interessante
Propaganda chata
Conteúdo interessante
Propaganda chata
Conteúdo interessante
Propaganda chata

Televisão, rádio, revista, etc.

Advertainment

A propaganda vestida de entretenimento. O contato do cliente com a marca é suave e indireto. Se há interesse, existem outros lugares para encontrar mais informações.

Sony Bravia

Milhões de bolinhas coloridas de silicone ladeira abaixo. Pra mostrar que a TV tem cores mais vivas, “like no other”. Poético.

Conteúdo não é texto + foto (já ouvi o Rapha falar isso). Conteúdo é o que as pessoas levam do contato com sua marca. Em marketing tudo é percepção.

Escolha um caminho e ataque com força, como na TV, com a idéia de “cor” eles transmitiram uma mensagem poética.

Processo Gringo

  1. Ideia – noção de budget e timeline
  2. Estrutura/Features – budget timeline
  3. Visual
  4. Produção – Flash, 3D, video, HTML, backend, sons, tagging, etc.
  5. QA (controle de qualidade)
  6. Entrega

Timmy on Time, gerenciamento de projetos usando o Instant Messenger

Timmy on Time é um sistema de gerenciamento de projetos registro de tempo com uma abordagem absurdamente criativa, do tipo porque ninguém pensou nisso antes?, exatamente do tipo que eu gosto.

Você adiciona um contato na sua lista do Google Talk (ou qualquer instant messenger que rode na rede Jabber) e vai conversando com o robô que está do outro lado, você dá ordens e ele executa.

Abaixo o log do meu primeiro minuto de conversa com o robô:

  • Timmy:
    Looks like you’re a new user!
    Type REGISTER to register yourself to Timmy!
  • Marco:
    register
  • Timmy:
    You are now a user of Timmy!
    Type ‘CREATE PROJECT the project name’ to start a new project.
  • Marco:
    create project boo-box
  • Timmy:
    What’s the description of the project? (write ‘none’ to let it blank)
  • Marco:
    none
  • Timmy:
    I created a project named ‘boo-box’.
  • Marco:
    select project boo-box
  • Timmy:
    I set your current project to ‘boo-box’
  • Marco:
    create task remake the box layout
  • Timmy:
    I created and started a task named ‘remake the box layout’. Write ‘stop’ when you’re done working on it.
  • Marco:
    stop
  • Timmy:
    stopped counting time for ‘remake the box layout’
  • Marco:
    register web
  • Timmy:
    To access your account on the Web, please follow this link : http://www.timmyontime.com/web/users/register?k=XXXXXXXXX (link editado pra você não destruir meu projeto =)

Pronto, se eu entro no site do Timmy on Time, vejo um relatório das minhas tarefas, projetos, tempos gastos nas tarefas. Simples, objetivo, e inovador.

Agora que esse tipo de abordagem surgiu, com certeza novas aplicações vão surgir usando esse conceito de ter o instant messenging como interface para aplicações… E alguém por aí disse que o futuro eram aplicações rodando no navegador Web, digo que o futuro são aplicações espalhadas de tudo quanto é jeito, até via telefone ou carta manuscrita ;)

Designers? Pra quê?

Logos da CEDAE

Essas são as duas versões do logo da CEDAE, em cima a logo antiga, abaixo a nova logo. Foi escolhida num concurso interno, feita por “operadores de computador”, ou seja, os micreiros. O mesmo tipo de gente que faz site institucional por R$: 300,00, se já souberem o que é a palavra institucional podem se achar entendidos e cobrar R$: 500,00.

Notem a falta de profissionalismo da “arte”, o conceito fraco, a marca que sem o nome não quer dizer nada, as cores ruins, a fonte… A fonte daria uma piada à parte, como alguém aprova um logo feito com Verdana em negrito e caixa-alta? Deve ser a fonte mais batida da internet, até Times New Roman seria menos esdrúxulo. Será que já viram ao menos a capa do Elementos do Estilo Tipográfico, de Robert Bringhurst[bb]?

Tem também o fato da não necessidade de reformulação, como disse meu amigo Daniel, arquiteto da AgênciaClick: A logo antiga é ótima, diz tudo que a empresa faz, lembra canos, água, saneamento, pra quê renovar?

O texto “Designers? Para Que?” de Mauro Pinheiro, doutorando em Design pela PUC-Rio, é muito bom, e enfatiza muito bem a importância de procurar o profissional adequado pra fazer o tipo de serviço desejado. O estudo de caso comparando CEDAE e Light é muito proveitoso, recomendo a visita.

Lembro-me agora de um amigo que tentou pintar o apartamento sozinho, perdeu três finais de semana e no final teve que pedir para um pintor vir consertar o estrago. Acabou pagando os R$: 100,00 que queria economizar, mas antes disso perdeu tempo e se estressou.

Como dizia a propaganda: Não precisa economizar tanto pra comprar seu Volkswagen.

Música rap do Brasil

Nos últimos 10 anos a música rap nacional[bb] amadureceu saindo do batidão clássico e enveredando-se nos caminhos do samba, funk, soul, jazz, rock.

Alguns DJs destacaram-se pela qualidade do instrumental produzido, surgiram bandas de rap com instrumental feito ao vivo. MC’s destacaram-se pelo jeito diferente de rimar, fugindo do lugar-comum que são os relatos da convivência com a criminalidade (não que isso seja ruim ou tenha desaparecido, muito pelo contrário).

Você ainda acha que rap é música de bandido? Então leia e aprenda um pouco mais sobre o movimento hip-hop.

Os quatro elementos

Pra começar, esqueça essa divisão criada pelos playboys que “hip-hop” é rap norte-americano e “rap” é rap brasileiro. Tudo errado, a divisão não é essa.

O movimento, ou cultura, hip-hop divide-se em quatro elementos:

Grafiteiro
Domina os sprays, canetões, rolinhos e outros métodos de pintura pra fazer sua arte, o grafite (graffiti).
MC
Domina as rimas feitas antes ou na hora do show, este último conhecido como freestyle ou improvisação.
B-Boy
Domina a dança, foot works, movimentos de chão, acrobacias, poping and locking, e tudo mais pra se expressar com o break.
DJ
Domina os toca-discos, pra ser respeitado na banca tem que tocar com vinil[bb] até aceita-se o uso parafernálias modernas como laptops e MD’s, mas têm que ser aliados dos vinis. Como diz o De Leve: ir pra boite ouvir DJ de CD que toca Ja Rule me enoja.

Pronto, a divisão clássica é essa, mas se você quiser, podemos definir uma festa hip-hop como:

O DJ[bb] toca um som bem loco, o MC rima sobre a base (tendo letra pronta ou não), com isso temos a música rap. O B-Boy dança na roda de break no meio da galera e o grafiteiro faz sua arte nos muros, nas paredes do local da festa ou em cima do palco mesmo, em painéis colocados especialmente pra isso.

Pronto, agora que você já sabe que rap é a música do movimento hip-hop, em qualquer idioma, vamos ao:

Vindo do funk: Rap nacional

Música:
Kabaluere
Artista:
Antonio Carlos e Jocafi
Álbum:
Black Rio: Brazil Soul Power 1971-1980

mais informações no ODEO

Música:
Ela Partiu (Bonus)
Artista:
Tim Maia
Álbum:
Racional

mais informações no ODEO

Como nos Estados Unidos, o rap nacional surgiu do funk tocado por aqui, Gerson King Combo, Nelson Triunfo, Nino Brown e a Funk CIA, Toni Tornado.

Porém, por ter surgido em uma sociedade bastante diferente da norte-americana, o rap nacional tem características próprias desde seu início. Para produção das bases, eram usados não só instrumentais de funk, mas também Jorge Ben, Tim Maia, entre outros.

Mesmo com essa influência desde o início de ritmos latinos, o “modo de fazer” o rap nacional pode ser dividido em duas vertentes principais:

A velha-escola

Música:
Homem na estrada
Artista:
Racionais MC’s
Álbum:
Raio X do Brasil

mais informações no ODEO

É assim chamada por ser o rap clássico, batidão da base funk com uma enorme letra quase falada.

As letras normalmente falam da convivência próxima com o crime (sem apologia à criminalidade, isso é outra coisa), a vida difícil na periferia[bb], denúncias do descaso do governo com áreas marginais, mensagens de paz e otimismo para os favelados, instruções para que as pessoas mantenham-se fora da criminalidade.

É amado por muitos, mas é fortemente reprovado pelos eruditos (e pseudo-eruditos) da música, principais responsáveis pelo preconceito que prega: rap não é música, é recital.

É bastante forte até hoje, é o mais ouvido em comunidades periféricas e festas hip-hop em geral.

Alguns representantes:

A nova-escola

Música:
Um ser Assim
Artista:
Pentagono
Álbum:
Microfonicamente Dizendo

mais informações no ODEO

Música:
Relaxa
Artista:
Slim Rimografia
Álbum:
Introspectivo, Amor Vida e Música

mais informações no ODEO

É o novo rap, que evidencia ainda mais influências de outros ritmos musicais, como samba, funk, soul, MPB, maracatu, rock, jazz, reggae, ragga, dancehall. Tem musicalidade bem mais requintada e qualidade instrumental invejável. Pode ser tocado por bandas completas ou apenas por um DJ.

São encontrados recortes óbvios de clássicos da música brasileira, como Antônio Carlos e Jocafi, Nara Leão, Lenine, Roberto Carlos, Bezerra da Silva, João Nogueira, Sérgio Mendes, Jorge Ben, Gilberto Gil.

As letras falam de temas extremamente variados, além dos temas pregados pela velha-escola, encontramos descrições da felicidade de se viver na periferia, histórias e declarações de amor, protestos contra os gozolândia (MC’s que só querem fama e dinheiro), louvores e agradecimentos à Deus (mesmo não sendo rap de evangélico).

É pouco conhecido pela mídia mainstream (ainda bem!), mantendo a forte ideologia do estilo e ajudando a manter o preconceito de quem acha que hip-hop é só velha-escola.

Alguns representantes:

  • Slim Rimografia
  • SP Funk
  • Pentágono
  • De Leve
  • Marcelo D2[bb]
  • Parteum
  • Z’África Brasil
  • Kamau
  • Max B.O.
  • Hadda e DJ A.

Os “meio termo” (nem cá, nem lá)

Música:
O preto em movimento
Artista:
MV Bill
Álbum:
Falcao: O Bagulho é Doido

mais informações no ODEO

Assim como em qualquer divisão musical, existem os que encontram-se transitando entre os dois estilos (acho que é por isso que nenhum músico gosta de rotular-se sob um estilo apenas).

Normalmente, os artistas que ficam no meio termo são os criadores da nova-escola, grupos antigos que começaram esse negócio de abrir a mente dos rappers.

Alguns representantes:

  • Thaíde e DJ Hum
  • Rappin’ Hood[bb]
  • Apocalipse 16
  • Faces do Subúrbio
  • MV Bill
  • Ao Cubo
  • Viela 17
  • G.O.G.

Mas tem mais…

Música:
Prioridades
Artista:
B. Negao e os Seletores de Frequencia
Álbum:
Enxugando Gelo

mais informações no ODEO

Obviamente, o Universo é complexo demais para caber apenas nestas divisões, tem gente que faz rap tão misturado com outro estilo que acaba ficando difícil classificar aqui ou ali, como:

B. Negão e Os Seletores de Frequência
Fazem um som tão soul-funk, com atitude tão hip-hop que não dá pra cadastrar em lugar algum.
Planet Hemp[bb]
Era rap ou hardcore?
Pavilhão 9
E esses? Rapcore é rap ou hardcore?
Black Alien[bb]
O ragga mais rap do mundo.

Como já citado, existem também os gozolândia, caras que não representam nada, só querem fama e dinheiro, sem ideologia, sem mensagem, produzidos em laboratórios de grandes gravadoras.

Antigamente eram exclusividade do mercado americano, porém, aos poucos os carrões, músculos bombados, cordões de prata, músicas “mexe a sua bunda” e gostosonas semi-nuas têm aparecido aqui e ali no mercado brasileiro.

_O mercado brasileiro pode ficar parecido com o norte-americano?

Pode, e infelizmente, provavelmente vai ficar uma cópia. Pra nossa felicidade os gozolândia aparecem, somem e os firmeza continuam, quem representa não cai, Jurassic 5, Pete Rock, B. Negão, Pavilhão 9 que o digam.

Videoclipe:
O Preto em Movimento
Artista:
MV Bill
Álbum:
Falcão – O Bagulho é Doido