A Revolução no Irã não está sendo televisionada, e nós já sabíamos
Está acontecendo uma revolução e as armas disparam opiniões que não podem ser detidas por nenhuma censura.
Vocês nos aceitam ou nos criminalizam. Nos mostram para o mundo ou nos mandam para o underground. Vocês só não conseguem nos parar
- Larry Lessig
Neste momento há no Irã uma força de resistência, real, organizada por meios digitais. Manifestações nas ruas são agendadas e documentadas pelo Twitter, YouTube e Facebook.
Enquanto os protestos aconteciam no Oriente Médio a CNN reprisava um de seus programas antigos, #cnnfail. Ao mesmo tempo o governo iraniano faz montagens no Photoshop pra tentar convencer o mundo que o apoio pró-estado é maior que a realidade. Não funciona, o Irã é uma nação de blogueiros.
Dia 1 de maio de 2008, pouco mais de um ano antes no início dos protestos no Irã, eu publiquei o texto Eu faço parte da revolução, que teve boa repercussão pela Web e foi editado e republicado no Webinsider com o título Eu sou um guerrilheiro e faço parte da revolução.
No Webinsider o texto recebeu comentários muito interessantes, vários concordando, vários discordando. Eu gosto quando discordam do que escrevo, isso me faz pensar novamente no tema, e refletir se meus argumentos estão mesmo bem fundamentados. Alguns comentários no Webinsider são coerentes, outros nem tanto, às vezes pendendo pra falácias.
e mesmo que eu esteje [sic] errado. essa sua revolução só acontece pra quem tem $$$ meu caro. é só pra elite.
- gonz
Alguns preferem não enxergar que os novos tempos já chegaram, sem pedir licença.
Saiba mais, você pode fazer parte:


