O vídeo The Story of Stuff [em inglês] (A História das Coisas [em português]) mostra os problemas sociais e ambientais criados como consequência do nosso hábito consumista, apresenta os problemas deste sistema e mostra como podemos revertê-lo, porque não foi sempre assim.
Uma das principais diferenças pra quem migra de Windows ou Linux pra computadores Apple com Mac OS X é a diferença no conceito de janelas. No Windows, Gnome e KDE, o programa é uma janela. No Mac OS X, o programa pode ter uma ou mais janelas, ou não.
Acredito que este conceito é herança das idéias de Jef Raskin para o projeto Machintosh, onde a interface não teria janela alguma, e os aplicativos poderiam ser usados em qualquer lugar. Se eu quisesse usar os recursos de edição de foto enquanto edito um documento, poderia fazê-lo, assim como usar a calculadora no meio de um chat com um amigo, por exemplo.
No Mac OS X, os aplicativos podem ter janelas, mas se você fecha a janela, o progra ma continua rodando, normalmente. Quando eu abro o navegador Safari, automaticamente uma janela é exibida, se eu fecho esta janela o programa continua em execução. O mesmo para qualquer outro programa, como Mail, Address Book, Firefox.
Com isso você pode ter cliente de e-mail, torrents, musica, gerenciador P2P, instant messenger, dois navegadores Web e calculadora sem quem nenhum deles ocupe espaço na sua área de trabalho com janelas ou atalhos na barra de ferramentas.
A desvantagem é que se você não se cuidar, pode deixar muitos programas abertos e consumir toda a sua memória RAM com aplicativos que não estão sendo utilizados.
Eu particularmente gosto muito do modo como o OS X gerencia as janelas, me deixando livre pra ter vários aplicativos abertos sem que eles ocupem espaço na minha área de trabalho. Porém, já vi vários usuários pouco cuidadosos com Photoshop e Flash abertos sem necessidade, assim não tem 4 GB de RAM que aguente.
No meu perfil no Ustream.tv você pode conferir as gravações de várias transmissões ao vivo que fiz no evento. Quase todos os blogueiros presentes deram as caras.
Algumas gravações são aproveitáveis, outras são enrolação pura, assista e me diga o que é bom e o que é bobagem. Além disso sugira títulos e descrições, assim eu altero as informações pra ficar mais fácil entender o que vai acontecer no video ;)
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Marco Gomes é um visionário da tecnologia TechCrunch
Criei a boo-box, a primeira empresa brasileira de tecnologia de publicidade e mídias sociais.
Nossa tecnologia classifica o público de 280 mil sites, exibe anúncios mais interessantes para 65 milhões de pessoas no Brasil, monetiza a audiência de 30 mil produtores de conteúdo e gera melhor retorno sobre o investimento para centenas de anunciantes e agências de publicidade.
Desde 2007 temos investimento da Monashees Capital e em 2010 fomos a única empresa brasileira a receber investimento da Intel Capital.
Trabalho com Internet desde 1998 e antes de criar minha empresa participei de projetos da Coca-Cola, Caixa, Presidência da República, Brasil Telecom, Embratur, entre outros.
Nasci em 1986 em Brasília, cresci no Gama, DF. Em maio de 2007 saí do curso de Computação na UnB e me mudei para São Paulo para criar minha empresa.