Marco Gomes

Criador da boo-box. Empreendedor dedicado, nerd veterano, interneteiro profissional, cristão aprendiz, fotógrafo amador, marido apaixonado.

The Pirate Bay tem torrents de objetos físicos. Baixe um alicate, imprima em casa, use.

Com uma impressora 3D de US$ 549 você pode baixar modelos de objetos e imprimi-los em casa. As possibilidades são infinitas.

Barco The Pirate Bay: Modelo 3D e resultado impresso

Barco The Pirate Bay: Modelo 3D e resultado após impresso

O site The Pirate Bay agora tem a área Physibles, exclusiva para download de modelos de objetos físicos. As impressoras 3D, usadas para fazer os objetos, estão ficando cada vez mais baratas; a Printrbot custa apenas US$: 549.

Teoricamente você pode baixar e imprimir qualquer coisa: uma chave de fenda, um objeto articulado como um alicate, uma jarra de suco, uma máscara de Guy Fawkes, uma lente de câmera fotográfica, um interruptor de iluminação, uma tomada, 150 peças de Lego[bb].

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Nunca procure emprego! O prefácio que escrevi para a edição brasileira do livro de Scott Gerber

Never Get a “Real” Job é um tapa na cara, mas não um tapa na cara gratuito. É o tapa que você precisa levar para ficar esperto.

Capa do livro de Scott Gerber

Fui convidado pela editora Évora para escrever o prefácio da edição brasileira do Never Get a “Real” Job, de Scott Gerber. No livro, o autor, a partir de sua experiência como fundador de vários negócios, mostra ao leitor como criar uma empresa e geri-la de modo a superar as dificuldades típicas da fase inicial, fazendo-a crescer ao longo do tempo.

A edição nacional tem também conteúdo de @bobwollheim, Profª Esther Carvalho, @chebante, @neigrando, @rodrigombrito, @creativeadviser e @rogeriocher.

Para comprar, recomendo ir direto ao site da editora Évora.

O Prefácio de “Nunca Procure Emprego!”

O livro que você está para ler é um tapa na cara, mas não um tapa na cara gratuito. Este é o tapa que você precisa levar para ficar esperto.

As histórias de empreendedores[bb] nos inspiram, principalmente por mostrar como tudo é lindo, como as dificuldades são fáceis de superar e como as soluções surgiram em momentos de “eureka”. Eu posso dizer, como empreendedor no meio da jornada, que não é assim.

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Pressão popular em redes sociais derrubou cobranças do ECAD

O órgão cobrava taxa mensal de blogs[bb] que usam YouTube[bb], pelos direitos autorais das músicas. A indignação em redes sociais mostrou o problema ao Google, que já paga ao ECAD a cota de direitos autorais. A empresa se posicionou contra a cobrança a blogs, que em seguida a foi suspensa pelo ECAD.

Contrariando a todos que criticam destrutivamente os protestos feitos em redes sociais, dessa vez o “sofativismo” (termo pejorativo que alguns insistem em usar) deu resultados rapidamente.

Mensagem de Marcel Leonardi afirmando que as manifestações em redes sociais alertaram o Google em relação às cobranças do ECAD

Marcel Leonardi, diretor de políticas públicas e relações Governamentais do Google

Em apenas três dias de protestos em mídias sociais (Facebook, Twitter e blogs) aliados à mídia mainstream (O Globo, IDG Now!, Forbes etc), o Google se posicionou contra a atitude do ECAD e exigiu uma atitude imediata. O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição então manifestou a suspensão da cobrança e ainda colocou a culpa no estagiário (“erro de interpretação operacional”, vulgo “foi o estagiário”).

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Mensalmente boo-box atinge 100% dos usuários de internet do Brasil

Dados levantados pela Navegg, empresa de segmentação de público online, mostram que mensalmente a boo-box atinge 80 milhões de usuários de internet no Brasil[bb].

Logo da boo-box

O Meio & Mensagem divulgou uma pesquisa da Navegg, empresa líder em segmentação de audiência online na América Latina, que mostra o crescimento da boo-box nos últimos anos, atingindo hoje 80 milhões de usuários da internet no Brasil, veja aqui a matéria. Esse número corresponde a 100% da audiência nacional, que é impactada pelos 310 mil sites e blogs da rede boo-box.

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Como testar sua idéia de negócio online antes de fazer um protótipo ou business plan

Uma splash page de pré-cadastro e um pequeno investimento em anúncios online podem te ajudar a testar o mercado e encontrar seus primeiros clientes e usuários. E você não precisa saber programar.

Ao ter uma nova idéia para um serviço online eu sempre me pergunto se há mercado para esta nova proposta, e quem estaria interessado. Muitas vezes implemento um protótipo, coloco no ar e acompanho o crescimento orgânico dos primeiros dias. Mas eu sei programar protótipos usando JavaScript[bb], Python, PHP[bb], Google App Engine, Git e outras ferramentas técnicas.

Sempre que converso sobre emprendedorismo com alguém que não é programador e tem uma idéia, ouço a pergunta:

Como iniciar meu negócio online se eu não sei programar?

Dê um nome para seu projeto, crie uma boa explicação em um parágrafo e crie uma splash page que colete e-mails de interessados no seu serviço. Splash page é uma página bem simples, com um nome, explicação do serviço e um campo de inserção de e-mail, pode ser definida como um pré-cadastro.

Para criar sua splash page você só precisa saber ler e escrever :) Há serviços gratuitos que te permitem criar a página sem 1 linha de programação ou configuração técnica, por exemplo:

LaunchRock splash page

Sua página de pré-cadastro deve ser muito bem feita, é com base nela que seu potencial cliente vai decidir se quer ser avisado do lançamento do seu serviço. Faça um logo bem bacana, escreva um texto excelente, curto, direto, claro e tentador. Para criar o logo você pode contratar um designer no GetNinjas, a preços e prazos muito bons.

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