Marco Gomes

Geek, imigrante, nerd, cristão, biker. Founder da boo-box (vendida) e do Heartbit. Consigliere do JovemNerd

#DataScience: 3 lessons from my first year working with data in NY

In this piece I share with you 3 lessons that I learned working at the company that uses data to solve the most complex problems of some of the world’s most important organizations.

This article is also available in Portuguese: #DataScience: 3 lições do meu 1º ano trabalhando com dados em Nova York

I recently completed a year working with data in New York for a Silicon Valley startup, at one of the most competitive markets of the world. I do not work creating complex algorithms – although I deal with this topic frequently – my role is in business development and deployment strategy. Making it clear that this is my perspective, I want to bring you some business lessons from large (huge!) data projects in the world’s most important organizations.

Lesson 1: General data integration usually causes more impact than localized use of super-algorithms and machine learning

Clique aqui e continue lendo este texto.

#DataScience: 3 lições do meu primeiro ano trabalhando com dados em Nova York

3 lições que aprendi no dia-a-dia da empresa que usa dados para resolver os problemas mais complexos de algumas das mais importantes organizações do mundo.

Recentemente completei um ano trabalhando com data science em Nova York para uma startup do Vale do Silício, num dos mercados mais competitivos do planeta. Eu não trabalho com invenção e implementação de algoritmos complexos – apesar de lidar com este tema frequentemente –, meu papel é no desenvolvimento de negócios, estratégia de implantação, o famoso “business development”. Deixando claro que esta é minha perspectiva, trago a vocês algumas lições de negócios em grandes (enormes!) projetos de dados nas organizações mais importantes do mundo.

Lição 1: Integração geral normalmente causa mais impacto que pequenos focos de super-algoritmos e machine learning

Clique aqui e continue lendo este texto.

“E eu não sou uma mulher?”, discurso de Sojourner Truth, ex-escrava que fugiu para a liberdade

Para mim, Páscoa é sobre liberdade. Sojourner Truth, nascida Isabella Baumfree por volta de 1797 em Swartekill, Nova Iorque, foi uma abolicionista afro-americana e ativista dos direitos das mulheres. Sojourner nasceu escravizada e fugiu para o Canadá em 1827, levando com ela o seu filho mais novo.

Em 1829 Sojourner regressou a Nova Iorque, após a abolição da escravatura nesse estado. Durante mais de uma década trabalhou como empregada doméstica. Nesse período de tempo juntou-se a Elijah Pierson, dando sermões evangélicos nas ruas. Mais tarde tornou-se uma oradora famosa na defesa do abolicionismo e dos direitos das mulheres, sendo particularmente lembrada pelo célebre discurso Ain’t I a Woman?, que reproduzo abaixo.

Clique aqui e continue lendo este texto.

Empresários na política: Donald Trump e o combate ao Vale do Silício

Combater a concorrência é o modus operandi do homem de negócios. Donald Trump tem usado a presidência para lutar contra o Vale do Silício, que é o principal diferencial econômico dos EUA no séc. XXI e berço das inovações que torna obsoletos os negócios do presidente e de seus aliados.

Clique aqui e continue lendo este texto.

O #marcocivil foi uma resposta contra o #ai5digital, que prenderia até sua mãe por usar PC com vírus

O AI-5 Digital de Eduardo Azeredo (PSDB-MG) institucionalizava a vigilância do cidadão por parte do Estado, com cumplicidade obrigatória dos Provedores de Internet, e prenderia até sua mãe por usar um computador com vírus. O Marco Civil foi a nossa resposta para garantir com lei o direito à privacidade e liberdade de expressão na internet.

Limite de download da banda-larga fixa; bloqueio de aplicativos e sites, censura; vigilância; sempre que propõem (ou executam) algo assim, alguém culpa o Marco Civil e seus idealizadores (incluindo a mim). Mais do que analisar ponto-a-ponto da lei para derrubar estas acusações – isso já foi feito exaustivamente durante as consultas públicas e logo após sua aprovação –, quero apresentar aqui um contexto histórico de como era a web que pariu a Lei 12.965/2014, conhecida como O Marco Civil da Internet.

Clique aqui e continue lendo este texto.

#140mba: Bônus de $12 milhões no Twitter; CNN pagou $25 milhões pela startup do Casey Neistat

Twitter pagando $12 milhões/ano para o Diretor de Operações; CNN pagou $25 milhões pela Beme do Casey Neistat. Como estas negociações acontecem, quais as motivações e detalhes?

[CANELADA] No vídeo eu fiz uma conta de cabeça errada e afirmei que seriam “quase $50 milhões” por 5 anos de bônus, na verdade o número correto são “60 milhões”. Peço desculpa pelo deslize.

O #140mba traz conceitos de empreendedorismo em vídeos curtos. O uso do termo MBA é uma piada, deal with it. Por Marco Gomes, considerado um dos 30 jovens de maior destaque no Brasil pela revista Forbes, fundador da boo-box (vendida) e do Mova Mais.

Clique aqui e continue lendo este texto.

🤔 A quem interessa uma classe média que não se vê como pobre?

Criaram a “classe média” para apaziguar quem iria se rebelar se percebesse que somos todos pobres: precisamos trabalhar para mantermos nosso estilo de vida e não morrermos de fome.

Mulher com roupas chiques aponta para a câmera com uma mão, na outra um microfone; atrás dela, uma multidão de esfarrapados; nas laterais, soldados fardados e armados

Na minha opinião, só é rico, mesmo, quem pode parar de trabalhar e o dinheiro da pessoa continuaria gerando mais dinheiro, a ponto dela nunca mais ficar pobre. Todo o resto é pobre. Se você precisa trabalhar para manter seu padrão de vida e conforto, você é pobre. Rico de verdade pode viver do dinheiro que o dinheiro gera.

Com intenção de manter o status quo, criaram “a classe média”, que tem nojo do pobre (inclusive se for ex-pobre); e acha que é rica (mas é pobre). Pobres. Assim a “classe média” topa enfiar com areia nos pobres e em si própria (pois é pobre) para manter regalias de quem controla tudo: Políticos e Empreendedores Amigos do Estado™, que é como chamo os empresários-políticos a quem o Estado regularmente socorre usando o dinheiro dos impostos que você paga.

Clique aqui e continue lendo este texto.

Sobre uma região sem Estado e onde as pessoas se auto-organizaram

“Se houver disparidade entre o mapa e o terreno, fique sempre com o terreno” – antiga regra do exército canadense

Eu já fui numa região praticamente sem presença do Estado, com auto-organização em pequenos grupos, trocas comerciais desreguladas e porte de armas liberado. As pessoas não saíram atirando umas nas outras nas ruas e a sociedade não se auto-destruiu, deixa eu te contar o que aconteceu.

Clique aqui e continue lendo este texto.