Marco Gomes

Geek, imigrante, nerd, cristão, biker. Founder da boo-box (vendida) e do Heartbit. Consigliere do JovemNerd

eu sou fruto de políticas assistenciais para quem tem menos, e nós não somos vagabundos

vê o cara com a garrafa de coca-cola na mão? tinha bolsa de aluno carente na universidade de brasília (federal), para poder jantar por R$1. muitas vezes era a única refeição do dia, e mal nutrido, tinha que estudar cálculo, lógica, psicologia, pedagogia.

eu sou fruto de políticas assistenciais para quem tem menos

Marco Gomes com 2 amigos numa festa de quinta. Garrafa de Coca-Cola na mão.

“Festa de Quintal”, Gama, DF, circa 2004.

Publicado inicialmente como thread no twitter, e disponível como artigo no LinkedIn.

é triste quando a pessoa que teve comida; casa com tinta na parede, cerâmica no chão; escola com aulas constantes; atividades extra-curriculares; nunca sofreu assaltos; nunca tomou porrada da PM; vem falar que bolsas são desnecessárias, que todo mundo consegue se quiser.

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#elenao: 7 motivos pragmáticos, morais e éticos para não apoiar Jair Bolsonaro nas #eleicoes2018

#elenao

  1. em décadas de carreira profissional, não demonstrou capacidade de ser um excelente administrador público, nem privado.
  2. não foi um funcionário público produtivo nem altamente efetivo, mesmo com 30 anos de carreira.
  3. nos últimos anos adotou um discurso liberal de conveniência, mas nunca moveu 1 alfinete pelo aumento da competitividade no mercado brasileiro, nunca aprovou 1 projeto em favor do pequeno e médio empresário. Clique aqui e continue lendo este texto.

O que trabalhadores e pessoas brancas pobres precisam entender sobre pessoas brancas ricas

Não, eu não estou falando do seu primo que dirige uma Mercedes, tem sua própria empresa de seguros e sempre paga a conta quando vocês saem pra beber. Eu estou falando das pessoas super-ricas.

Avião Boeing enorme, "The Donald" escrito na lateral da aeronave

Traduzo com autorização da autora o artigo “What Working-class and Poor White People Need to Understand About Rich White People“, publicado por Jonna Ivin em agosto de 2018. Apesar do artigo ser contextualizado nos EUA e ter alguns pontos que eu discordo, considero que a mensagem central é uma ótima contribuição para as discussões que temos no Brasil em época de #eleicoes2018.
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8 erros comuns ao lidar com dados e estatísticas, na gestão e na política

Generalizar experiências individuais, ignorar correlações, não entender probabilidade, e torturar dados, são erros comuns em discussões sobre estatísticas, principalmente se o assunto for política ou gestão pública.

An activist of the environmental protection organization 'Greenpeace' holds a protest poster in front of a factory gate of the German car manufacturer Volkswagen in Wolfsburg, Germany, Friday, Sept. 25, 2015. (AP Photo/Michael Sohn)

Trabalhando há anos com análise de dados e lidando com centenas de milhares de seguidores, percebi que, com conhecimento, disciplina e honestidade, podemos elevar o nível das conversas e decisões, melhorando portanto a gestão das nossas carreiras, empresas e sociedade.

Veja neste artigo alguns dos erros que mais me chamam a atenção ao discutir e tomar decisões usando dados:
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Hackearam seu cérebro para te viciar no seu smartphone! Veja 10 dicas simples para contra-hackear

Desenvolvedores de aplicativos utilizam técnicas de psicologia para nos fazer usar o celular de forma mais frequente, conheça as táticas que uso para evitar estas armadilhas e contra-hackear meu cérebro, tomando de volta o controle de quando e como uso o smartphone.

iOS com configuração de acessibilidade que coloca a tela em preto e branco

Colocar a tela em preto e branco desfaz uma das mais poderosas armadilhas usadas para te viciar no seu smartphone.

Ao fundar um sistema de publicidade que chegou a alcançar 80 milhões de pessoas por mês no Brasil, e um aplicativo de saúde e exercícios físicos que chegou a 500 mil usuários com zero investimento em propaganda, estudei e apliquei inúmeras técnicas de aquisição e engajamento de usuários. Por conhecer tantas formas para aumentar o engajamento, imaginei que seria imune aos tais métodos. Mas estudando psicologia e refletindo sobre meu próprio comportamento, entendi que nosso cérebro responde aos estímulos de maneira muito padronizada, independente de estarmos cientes das técnicas usadas para nos fisgar.

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#DataScience: 3 lessons from my first year working with data in NY

In this piece I share with you 3 lessons that I learned working at the company that uses data to solve the most complex problems of some of the world’s most important organizations.

This article is also available in Portuguese: #DataScience: 3 lições do meu 1º ano trabalhando com dados em Nova York

I recently completed a year working with data in New York for a Silicon Valley startup, at one of the most competitive markets of the world. I do not work creating complex algorithms – although I deal with this topic frequently – my role is in business development and deployment strategy. Making it clear that this is my perspective, I want to bring you some business lessons from large (huge!) data projects in the world’s most important organizations.

Lesson 1: General data integration usually causes more impact than localized use of super-algorithms and machine learning

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#DataScience: 3 lições do meu primeiro ano trabalhando com dados em Nova York

3 lições que aprendi no dia-a-dia da empresa que usa dados para resolver os problemas mais complexos de algumas das mais importantes organizações do mundo.

Recentemente completei um ano trabalhando com data science em Nova York para uma startup do Vale do Silício, num dos mercados mais competitivos do planeta. Eu não trabalho com invenção e implementação de algoritmos complexos – apesar de lidar com este tema frequentemente –, meu papel é no desenvolvimento de negócios, estratégia de implantação, o famoso “business development”. Deixando claro que esta é minha perspectiva, trago a vocês algumas lições de negócios em grandes (enormes!) projetos de dados nas organizações mais importantes do mundo.

Lição 1: Integração geral normalmente causa mais impacto que pequenos focos de super-algoritmos e machine learning

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“E eu não sou uma mulher?”, discurso de Sojourner Truth, ex-escrava que fugiu para a liberdade

Para mim, Páscoa é sobre liberdade. Sojourner Truth, nascida Isabella Baumfree por volta de 1797 em Swartekill, Nova Iorque, foi uma abolicionista afro-americana e ativista dos direitos das mulheres. Sojourner nasceu escravizada e fugiu para o Canadá em 1827, levando com ela o seu filho mais novo.

Em 1829 Sojourner regressou a Nova Iorque, após a abolição da escravatura nesse estado. Durante mais de uma década trabalhou como empregada doméstica. Nesse período de tempo juntou-se a Elijah Pierson, dando sermões evangélicos nas ruas. Mais tarde tornou-se uma oradora famosa na defesa do abolicionismo e dos direitos das mulheres, sendo particularmente lembrada pelo célebre discurso Ain’t I a Woman?, que reproduzo abaixo.

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